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La Casa de Papel

Olá amigos do site A Arte de Escrever!

Hoje vamos falar um pouco sobre uma série exibida na Netflix, La Casa de Papel, que trata-se de uma série espanhola, criada por Alex Pina, inicialmente para a TV espanhola e posteriormente adquirida pela Netflix. Ela chamou minha atenção por três fatores iniciais.

O primeiro fator a ser considerado é o roteiro bem elaborado, carregado de cliffhangers – técnica de roteiro que coloca o personagem digamos que na beira do precipício, explorando seus limites e nos deixando curiosos sobre como será o desfecho –, além do domínio da empatia e simpatia nos protagonistas e antagonistas.

O segundo fator, que já não considero surpreendente é por ser uma série espanhola o que vem a reforçar a quebra do paradigma (para não dizer monopólio) das séries americanas.

O terceiro fator é capacidade do roteirista em interagir diversos personagens, é isso não é uma tarefa fácil. Um exemplo que considero a perfeição da escrita de roteiro é o clássico Star Wars – obra esta citada por diversos livros de roteiro –, e considero que a série La Casa de Papel, conseguiu dominar com maestria os conflitos internos que envolvia todos os personagens.

Bem a trama começa quando “El professor” recruta alguns criminosos para executar um plano meticulosamente planejado. Assaltar a casa da moeda espanhola, sequestrar reféns e ficar alguns dias fabricando Euros – algo em torno de 1 bilhão de Euros –, ou seja, o roubo do século –  para não dizer do milênio.

Os criminosos mantem contato o tempo todo com o professor que estipula o caminho que o roubo e sequestro deverá seguir na tentativa de alcançar o êxito. O grupo de criminosos, adotam o nomes de cidades pelo mundo e atenção especial para esse nome: Berlin, onde vocês irão compreender grande parte de onde a trama se originou. É claro que temos outros destaques, como Oslo, Estocolmo, etc… Outro grande ponto positivo para La Casa de Papel, vai pela interação dos conflitos internos e externos dos reféns com os criminosos e mais uma vez, ponto para o roteirista.

A série é dividida em duas temporadas, onde a trama parecia ter sido finalizada e confesso que hoje fui pego de surpresa com o anúncio da terceira temporada prevista para 2019.

Vale a pena conferir para quem gosta da união de suspense, policial e drama.

Entrevista Hermes Lourenço parte II

Confiram a continuação da entrevista no canal Juca Bugado.

Entrevista

Entrevista do escritor Hermes Lourenço ao canal Juca Bugado do youtuber Ledi Moreira.

Supernatural

 

Olá amigos do site a arte de escrever.

Há algum tempo venho me preparando para escrever a resenha da série Supernatural.

Confesso que considero supernatural uma das melhores séries de fantasia sombria já exibida.

Então façam um círculo de sal, desenhem um pentagrama no chão – armadilha para demônios –, e deixe próximo uma barra de ferro que iremos começar.

Supernatural conta a história dos irmãos Sam e Deam Winchester, interpretado respectivamente por Jared Padalecki e Jensen Ackles e já começa retratando um fato que marcou a infância dos irmãos Winchester, carregada de mistérios; a morte enigmática da mãe de Sam e Deam causada por forças obscuras – um demônio de olhos amarelos. Sam até então era um pacto estudante de direito, quando recebe a visita do irmão Deam pedindo ajuda para ele encontrar o pai que havia desaparecido. A única pista, um diário deixado pelo pai com todas as dicas para “matar” fantasmas, vampiros e uma infinidade de seres que perambulam entre nós na qual desconhecemos.

Bem, o segredo de uma história de sucesso é criar uma conexão entre o leitor (telespectador) e o personagem e isso acontece já no início da série, pois o John Winchester (pai de Sam e Deam), praticamente deixa os filhos crescerem meio que abandonados enquanto caça seres sobrenaturais e em especial o demônio de olhos amarelos que matou a esposa.

Entre as idas e vindas do pai, o irmão mais velho Deam, torna-se um arquétipo de pai adotivo para Sam, e com o passar dos episódios isso fica bem evidente. O maior elo da série e a união dos irmãos a ponto de sacrificarem a própria vida em prol do outro – e isso acontece algumas vezes enquanto dirigem um chevy impala preto 1967, enquanto caçam fantasmas, vampiros, metaforfos, demônios e anjos, fadas, lobisomens, leviatãs e por aí vai – acreditem, existem anjos corrompidos. O fato é que nesse caminho muitas surpresas ocorrem e os heróis são colocados a prova a todo momento desde intrigas externas e pessoais.

Não vou me ater em  fazer os resumos de cada temporada, pois vocês encontram pesquisando na internet.

Bem, não quero dar spoilers. Atualmente estou na 11 temporada (via netflix), a 12ª temporada deve entrar em breve no ar, pois já estão filmando a 13ª temporada. O que posso garantir é o que roteiros foram meticulosamente elaborados e determinados episódios são de tirar o fôlego.

Uma série mais do que recomendada para os admiradores do gênero.

No meio do caminho havia uma flor

 

No meio do caminho havia uma flor

 

O ponteiro do relógio parecia que havia parado marcando quatro horas da manhã.

O tempo parecia não passar, era lento como uma infindável fila do caixa do supermercado ou dos bancos no dia pagamento; só que minha paciência era maior.

Não era a primeira vez que Letícia voltava tarde do plantão. Teoricamente o plantão que devia terminar as 19h, que somado as horas extras terminaria por volta de 23horas; mas 4 horas da manhã?

Não sei explicar o que acontece com meus pensamentos.

 Sim, as vezes nosso cérebro nos prega peças, como no meu caso em imaginar a própria esposa embaixo dos lençóis com um algum médico bem-dotado — financeiramente falando —; ideias parasitas que de forma pulsátil corroíam minha alma, aceleravam meu corpo, em especial meu coração e minha respiração, deixando meus sentidos alertas, como um lobo selvagem que se aproxima em silêncio da presa.

O fato era que meu casamento não andava bem. O peso das cobranças se acumulavam em minhas costas, tornando-me na imagem de Quasímodo.

Estava sentado no sofá da sala, olhando para o chuvisco da televisão que automaticamente havia silenciado, com a emissora que saia do ar.

Como seria ele? Rico, mais forte do que eu?

Não me considero um fracassado, apesar de defender criminosos e coloca-los na rua. Não sei explicar esses sentimentos. Talvez uma afinidade, pois todos nós temos nosso momento de fúria.

A história de minha vida se resume em dor, perdas de meus pais em minha infância e o acidente de meu tio quando eu tinha nove anos, que me deixou preso no carro com ele morto ao meu lado, com um pedaço de ferro atravessado no tórax, até que corpo de bombeiros chegasse e liberasse minhas pernas, me resgatando do carro e a seguir o corpo de meu tio.

A segunda parte de minha vida, chama-se orfanato. Ela era dividida em momentos de bullying, exploração e abuso.

Já a terceira parte, foi quando conheci Letícia e junto com ela a chance de ter um “lar” para morar. Nunca quis ter filhos. Odeio crianças.

No início do casamento até que foi bom, apesar de nunca conseguir dizer um Eu te amo verdadeiro. O amor que sinto por ela e pelo mundo são como peças de polímero, frias em uma exposição de arte moderna.

Foi então que ouvi a porta se destravar.

A sala estava escura. Estava sentado na poltrona e desliguei a TV, deixando um breu total.

Vi que a luz automática do corredor de meu apartamento se acendeu. Letícia abriu a porta, carregando os sapatos e sorrateira passou pela sala e foi para o quarto de hospedes.

Eu era um vulto. Estava vestido de preto e mesmo que ela quisesse ela não me enxergaria.

Aprendi que todos que todos os criminosos, cedo ou tarde cometem um deslize, e talvez o maior erro de Letícia, foi ir para o banho no quarto de hospedes e deixar a bolsa sobre a cômoda do quarto.

Vasculhei a bolsa e lá estava em meio a diversas mensagens, uma especial do neurocirurgião…

“Amanhã, depois do plantão, te quero outra vez, minha fina flor.
Com amor, Fernando.”

As palavras diziam por si só.

Escondi por trás da porta e quando ela saiu do banho, com uma velocidade que minhas aulas de Muai tai me proporcionavam, a joguei contra a banheira, fazendo-a quebrar o pescoço. Uma morte rápida, que ela não teve tempo para entender.

Havia conquistado minha liberdade. Faltava apenas Fernando, o neurocirurgião.

Fui até a sala e chamei uma ambulância, sem antes deixar o vidro de shampoo derramar sobre o piso de granito.

Ao chegarem, ela estava sem vida e uma médica apiedou-se deste pobre homem que acabara de ficar viúvo, por uma fatalidade do destino. A polícia me interrogou, mas foi fácil despistá-los, ainda mais quando se conhece a lei.

O fato que no dia seguinte no velório de Letícia, lá estava ele. O neurocirurgião Fernando, que se aproximou com a cara mais vil. Mal sabia ele, que enquanto ele estava no velório o carro estava sendo sabotado. As vezes colocar criminosos na rua, faz com que esses bandidos fiquem lhe devendo favores.

Ele se aproximou com a cara mais deslavada.

— Luciano, sinto por sua perda. — Me disse colocando as mãos em meus ombros. — Sou colega de sua falecida esposa e trabalhávamos juntos. Ela era uma grande amiga.

— Compreendo — respondi me segurando para não quebrar os dentes do filho da puta, e derrubá-lo sobre o caixão de minha ex-mulher. Mal sabia que ele tinha os minutos de vida contados.

— Luciano, sua esposa era uma pessoa fantástica. Ela estava me ajudando em um romance com uma médica e amanhã ela iria mandar um buque de rosas para Aline. Deixei até o cartão que ela colocaria no arranjo. Só que ontem, chegou um baleado e ficamos até tarde na cirurgia. Ela falou tempo todo de você. Disse que lhe amava e quando chega tarde ela prefere dormir em outro quarto pois sabe que você tem uma vida corrida. Agora, olhando para ela, realmente fico a pensar sobre o quanto somos pequenos diante do mundo e que a morte pode nos visitar quando menos esperamos.

Bem, naquele momento não havia mais o que dizer. Fiquei por um tempo, pensativo. Há determinadas atitudes que quando tomamos não tem mais volta.

Fiquei atormentado por pensamentos que me corroíam. Sabia que a solidão e a angústia se tornariam minha melhor companheira, pela eternidade.

Horas depois, sepultando a terceira e melhor parte de minha vida, recebi a notícia do acidente de carro fatal do neurocirurgião. Havia me esquecido que o carro havia sido sabotado…

Bem, depois disso, hoje já não sei mais nem mesmo quem sou eu.

 

Hermes Marcondes Lourenço

 

A Estrada Maldita

Era uma noite calma e fria. Tão calma como uma igreja vazia e fria como um iceberg no meio do oceano, onde o silencio era uma mistura destes dois lugares.

Voltava para a cidade de Belo Horizonte. Compromissos inadiáveis me aguardavam em minha empresa pela manhã. Gostava de viajar de madrugada, ainda mais quando tinha que passar por uma estrada de terra de uma cidadezinha do interior de Minas Gerais – uma forma perspicaz de evitar de comer a poeira deixada por outros carros durante o dia.

A estrada era iluminada pelos faróis de meu carro e pelo pisca-alerta que havia acionado, pelo menos até onde eles podiam alcançar. O restante a lua gorda e soberba se encarregava de clarear.

Havia estacionado o carro próximo a um pequeno barranco, devido a uma devastadora vontade de urinar. Infelizmente o frio faz isso com as pessoas, é claro que não posso omitir o chá de hortelã que minha avó Justina me fez tomar.

Vovó odiava que eu viajasse de madrugada.  Vinha sempre com a velha história — mais velha do que ela — de fantasmas, almas penadas, corpo seco, além é claro do perigo de assalto.

É lógico que não acreditava nas histórias da minha avó e duvidava de que algum criminoso se aventurasse a realizar um assalto na madrugada em uma estrada deserta.

Bem, o fato era que eu havia achado o lugar ideal para urinar. Seria o “mijo” perfeito, se não fosse por alguma pane elétrica que fez com que as luzes de meu carro ficassem piscando como se estivessem em curto circuito, antes sequer de eu colocar para fora da calça meu objeto de poder e encontrar o alívio que almejava.

Antes que eu voltasse para o carro, as luzes do meu veículo se apagaram por completo e o frio pareceu se intensificar.

O manto perene da lua — após minhas pupilas se adaptarem — traziam a imagem da estrada e seus arredores.

Caminhei em direção a meu carro. Sabia que não portava nenhuma lanterna comigo. Minha salvação seria meu celular, mas ao retirá-lo do bolso, percebi que ele simplesmente havia parado de funcionar.

Foi então que ouvi uma voz. Confesso que meu coração acelerou, pois jamais imaginava encontrar uma alma viva no meio da madrugada.

“Ei moço! Voismicê me discurpa, mas o sinhô ta atrapaiando o cortejo.”

Ao olhar para traz, havia um senhor de aproximadamente uns cinquenta anos. Vestia um terno preto destes antigos com um chapéu da mesma cor. Usava um cavanhaque bem aparado, num rosto enrugado.

Bem, tive a certeza de que não era um criminoso, caso contrário já teria me atacado. Um boia fria talvez… Mas bem vestido? Um cortejo de madrugada? Não fazia sentido…

“Me perdoe, mas um cortejo neste horário? Foi isso mesmo que o senhor me disse?”

“Sim sinhô. É só o cê oiá no finar da istrada”.

De fato, ele tinha razão. Quando olhei para o horizonte, diversas pessoas caminhavam a curtos passos em nossa direção. Algumas a cavalo, enquanto outras pessoas carregando velas acesas, acompanhavam o defunto .

O que me chamou a atenção era que ao invés do caixão, o cadáver estava numa rede que fora colocada em um longo pedaço de madeira, sendo carregado em suas extremidades por dois homens fortes, que também se vestiam de preto e usavam chapéu.

Jamais imaginava que as pessoas eram sepultadas em pleno século XXI dessa forma.

Em respeito fui para a beira da estrada acompanhado do estranho homem.

“Quem é o falecido?” Perguntei curioso. As vezes podia ser algum conhecido de minha avó.

“Num é falecido não”. Falou o estranho. “ É falecida, i vai pru inferno”.

“Ela devia ser muito ruim…”  Disse enquanto olhava a rede com o defunto que se aproximava.

“Ela feiz pacto cum o tinhoso para que o netinho dela tivessi muito dinheiro, num demoro pra ele vim cobra o acordo.” Falou o séquito homem.

“Se ela era tão ruim assim, por que esse tanto de gente no cortejo?”  Perguntei, enquanto as primeiras pessoas passavam devagar em minha frente.

“É que nóis qué fica livre dela dipressa e tê certeza de que ela foi interrada. O Cê que vê ela? Acho que voismecê deve conhece.”

Era uma oferta assustadora no meio da madrugada. Fui tomado por uma terrível onda de curiosidade.

Acompanhado do estranho senhor, aproximei-me da rede que conduzia o cadáver.

O cortejo parou. Aproximei-me do defunto.

Ao afastar o tecido da rede, minhas pernas perderam a força e minhas mãos ficaram frias e trêmulas enquanto meu coração parecia que iria sair pela boca. Queria gritar mas minha voz não saia. Parecia que havia engolido uma pedra que ficara entalada em meu estômago, enquanto a urina quente escorria perna abaixo.

Na rede estava o cadáver de minha querida avó.

Quando olhei para o estranho, seu rosto transformou-se na imagem de uma caveira — dessas parecidas com as dos piratas — e em um instante, todos desapareceram ao mesmo tempo que as luzes de meu carro se acenderam e o celular de meu bolso começou a vibrar.

Guardei o ocorrido em segredo. Tive medo de contar para alguém o que havia acontecido. Talvez pudessem achar que tivesse ficado louco, mas os fatos me perturbavam, até que seis dias depois, vítima da explosão de um botijão de gás, minha querida avó veio a falecer.

Hermes Marcondes Lourenço / Todos os direitos reservados@

Série Big Little Lies


Série dirigida por Jean-Marc Vallée, produzida nos Estados Unidos, 2017.
Inspirada no livro de Liane Moriarty, está disponível na HBO.
Na ensolarada e paradisíaca Monterey ( Califórnia), vivem três mulheres ricas, com vidas e famílias aparentemente perfeitas. A chegada de uma mãe solteira e seu filho provoca mudanças radicais na vida de todas elas e revela camadas inesperadas de conflitos e emoções.
Com as famosas Reese Whitherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley e Laura Dern, a série mostra no primeiro episódio um crime, do qual ainda não se conhece vítima, culpado ou motivação…
Aos poucos, a perfeição das vidas de Celeste, Madeline, Jane e Renata começa a ruir. O último episódio traz um desfecho impactante e surpreendente. É de assistir sem sair do sofa!

Livro As Quatro Estações


As Quatro Estações
Autora: Laurel Corona
Editora Record, 2011
Em um belíssimo romance histórico, a autora conta a história das irmãs Maddalena e Chiaretta, na Veneza de 1700.
Ao longo da vida das irmãs no “Ospedale della Pietá”, orfanato onde foram criadas, é possível compreender as questões sociais da época, assim como a riqueza cultural e artística de Veneza.
Personagens reais e fictícios circulam entre o o rigor e austeridade do “Ospedale” e a riqueza dos “Palazzos” dos nobres, tendo a música como pano de fundo. Maddalena e Chiaretta encontram amizades, fama , amores e decepções e interagem com grandes talentos, inclusive Vivaldi, que iniciava sua carreira como professor e maestro, trabalhando em sua aclamada obra ” As Quatro Estações”.
Ao final do livro a autora faz uma contextualização histórica e técnica, que enriquece bastante a leitura.
Super recomendo!

Feliz dia do Escritor!

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Em breve ele estará de volta!

Para quem não é da época, há tempos atrás, precisamente entre os anos de 1985 a 1992, tivemos a série do famoso MacGyver, cujo protagonista era interpretado por Richard Dean Anderson, que trabalhava como “resolve problemas” para a Fundação Phoenix, usando o seu famoso canivete suíço, mãos e cérebro. Hoje observando as notícias, vi que a série será refeita pelo canal americano CBS, sendo o primeiro episódio programado para ir ao ar no final deste ano.

Acompanhei de perto essa série em minha infância, e diga-se de passagem, dois objetos que a marcaram foi o manual do escoteiro mirim e anos depois o canivete suíço do MacGyver, acessório que resolvia qualquer problema, possibilitando ao protagonista fugas incríveis, capturas e perseguições cinematográficas.

Também na época, tínhamos piadinhas, como: MacGyver está no meio do deserto Saara, tem apenas o canivete nas mãos e uma laranja. Como ele faz para escapar?
Simples… Descasca a laranja e a chupa, pois todos sabem que a laranja tem VITAMINA C. Então ele tira o VITA e o C, ficando com a MINA. Enterra ela na areia do deserto, afasta-se e arremessa o canivete contra ela, ocasionando um TERREMOTO. Daí ficou fácil. Ele retira o TERRE, fica com a MOTO, sobe nela e vai embora.
Confiram o trailer abaixo!

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