julho 28

Resenha Nosferatu – Joe Hill

nosferatu capaResenha Nosferatu

Autor Joe Hill

 

Olá Amigos do site A Arte de Escrever!

Como amante e escritor do gênero de terror e suspense, hoje trago para vocês a resenha do livro Nosferatu, escrito por Joe Hill.

Bem, apesar do livro ser do gênero de terror,livro nosferatu
não considero a obra como assustadora. Achei a leitura cansativa, longa e peca por excesso descrições. A meu ver, a menor distância entre duas retas é um ponto – o que já é provado geometricamente –, mas há escritores que preferem contornar. Foi essa sensação que tive do livro, cuja história poderia ser contada em 200 páginas.

O livro conta  a história de Vic, Victoria MacQueen, que desde pequena descobre que tem um talentnosferatu chargeo especial quando monta em algum veículo de duas rodas, no início uma bicicleta, que cria uma ponte sobre o atalho, que inexplicavelmente a leva para outros locais – geralmente cidades com quilômetros de distância; porém numa dessas “viagens” ela se depara com nosso nosso antagonista – que no livro é mais o protagonista da história – Charlie Talent Manx, um serial-killer, que tem o mesmo dom de Vic, e criou a Terra do Natal, um local onde nenhum policial pode encontrar pois só existe na imaginação de Manx e é pra lá que ele leva a suas vítimas, crianças inocentes, que são a fonte da juventude de Manx,  “porém”, a única pessoa que pode chegar até este local secreto é Vic.  Bem, a primeira grande virada, é quando Vic, ainda criança após conseguir fugir de Manx, onde nessa fuga, Manx é preso após atear fogo em um cara em posto de gasolina.

Se você pensou que a história acaba aqui, se enganou. Manx morre, é necropsiado – tem o coração retirado fora e recolocado de novo –, e o corpo desaparece e os sequestros de crianças continuam a acontecer – onde Manx tem um aliado: O Homem da Máscara de Gás – literalmente outro perturbado na história, estuprador, assassino em série que usa do Sevoflurano – um gás com cheiro de pão de mel – para ajudar Manx a cuidar das vítimas nas viagens no rolls-royce placa NOS4A2 (anagrama de Nosferatu) e vocês irão compreender a razão após concluírem a leitura.

Bem, em meu ponto de vista, a história começa quando  o filho de Vic é sequestrado pelo nosso temido e falecido Charlie Manx. Se quiserem saber o resto da história vão ter que ler.

O autor usa alguns recursos interessantes, que as vezes os capítulos terminam reticentes e a palavra final aparece como título do Capítulo seguinte.

Dizem que o autor tentou criar uma nova versão de vampiros, mas de vampirismo não há nada no livro, exceto pela vitalidade roubada das crianças.

Um bom e longo livro, que em meu ponto de vista o final foi conflitante, deixando pontas sem atar.

 

 

SBN-13: 9788580412970

ISBN-10: 8580412978

Ano: 2014 / Páginas: 624

Idioma: português

Editora: Arqueiro

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setembro 26

Resenha: O Ritual de Jéssica Anitelli

            Quero iniciar esta resenha de uma forma um pouco diferente. Todo mundo sabe que eu e a escritora Jéssica Anitelli somos muito amigas, certo? O que vocês não sabem é que eu sou a PIOR leitora beta do mundo e mesmo assim, ela continua confiando em mim e sempre que peço ela me envia seus textos para que eu possa analisá-los antes que sejam publicados. Mas depois de alguns capítulos, acabo desistindo porque prefiro ler livros impressos e falo pra ela: “Leio quando publicar”. Ela sempre responde apenas: “O.K.” E continua sendo minha amiga, rs. Pois então, acontece que com O Ritual, o mesmo sucedeu-se, logo que terminei O Punhal, o primeiro livro da série, pedi a ela que me enviasse o segundo pois estava ansiosa pela continuação, mas como já lhe disse, desisti da leitura na metade porque eu sou uma DROGA  de leitora beta, rs. Na Bienal do Rio de Janeiro, como sempre, dividimos o mesmo quarto de hotel e a primeira coisa que fizemos ao nos encontrar foi “trocar” livros. Dei a ela um exemplar de Abismo e ela me presenteou com um exemplar de O Ritual. Já na viagem de volta, vim lendo-o, a partir do ponto em que parara na versão digitalizada e como a viagem era muuuuuuuuito longa, deu tempo de terminar a história. Em seguida, prometi à Jéssica que logo logo faria resenha e ela, sempre tão compreensiva, ficou esperando pela resenha. E esperou, esperou e esperou. Jéssica, eu te adoro e sei que vai me perdoar pela demora, pois somos BFF, hehehe.

Enfim, vamos à resenha!

Sinopse: 

Será mesmo certo um humano conviver tão próximo ao seu maior predador? Júlia pensava que seu amor por Diogo era maior que tudo e que a partir daquele momento as coisas se ajeitariam e eles, finalmente, poderiam ficar juntos. Será mesmo? O Conselho dos vampiros não deixará a pobre garota em paz, pois ela carrega consigo a maior arma de eliminação da sua espécie. E se não bastasse essa perseguição que a deixa transtornada, há também Marta, que continuará a mexer com as emoções do jovem vampiro de olhos verdes e da menina ruiva. Observando tudo de cima está Henrique, que não abandonará o corpo de seu parente até que o ritual seja realizado e assim possa voltar ao que era há mais de 100 anos. Mas até que isso aconteça, este vampiro que não possui dentro de si nada de humano, causará conflitos e dores. O segundo livro da série promete arrebatar o leitor do começo ao fim e levá-lo a manifestar sentimentos dos mais variados.

Resenha:
O Punhal, foi o primeiro livro de Jéssica, escrito quando ela era ainda adolescente. Lembro-me que quando o li, vi ali uma autora jovem com muito potencial e uma história instigante, algo raro nessa nova seara de novos autores. Depois dele, Jéssica tem trabalhado em diversos livros, e com isso, adquiriu experiência e isso reflete-se muito bem em O Ritual. Um livro com certeza mais maduro, mais denso, mais impactante. O que achei mais interessante foi a forma como ela conduzia a história. Enquanto O Punhal é narrado em terceira pessoa, mas sempre pelo ponto de vista de Diogo, O Ritual também é narrado em terceira pessoa, porém desta vez, pelo ponto de vista da Júlia e em alguns momentos, do ponto de vista de outros personagens, tais como Miguel e Açucena, personagens apresentados neste volume da série. O foco também é um pouco “desviado” do casal protagonista do primeiro volume, pois agora eles tornaram-se parte de algo muito maior, parte de uma conspiração por ressurreição e poder. Novas e misteriosas criaturas  são apresentadas, além de rituais macabros e sinistros. Há ainda o princípio da história de Beatriz, a filha de Diogo e Júlia, que por ser uma “híbrida”, meio humana, meio vampira, é uma ameaça crescente para ambas as raças. 
No primeiro livro, odiei a Júlia, mas neste livro adorei como ela dá um “jeitinho” em sua rival, hahaha. Foi o ponto alto do livro! Ah, quero fazer uma pequena ressalva: Jéssica anda tão empolgada com os livros eróticos que acabou “apimentando” um pouco essa série também, por isso, para quem gosta, vai adorar certos trechos.


 Achei que Nelson perde um pouco a importância neste livro e Henrique também, esperava mais “aparições” dos dois. O grande trunfo do livro é mostrar que apaixonar-se por um vampiro têm lá as suas desvantagens, tais como: passar os dias sozinha,  acordar ao lado de um defunto, tudo é muito mais complicado, doloroso e estranho ao lado dele, enfim, que Crepúsculo é para os fracos, kkkkkkkk.
Recomendo a leitura e só para constar, já estou com O Conselho, o terceiro livro da série, em mãos, só que desta vez, vou terminar de lê-lo antes que seja publicado, afinal, serei sua revisora.

setembro 16

Resenha: Sentimento Fatal

Sinopse – Sentimento Fatal – Janethe Fontes

Por amor se mata? O amor destrói? E o ciúme, pode ou não ser controlado? Sentimento Fatal levará você a pensar nessas questões e rever seus conceitos… todos os seus conceitos em relação ao amor. “Dividida entre a paixão avassaladora do marido Roberto, que tem um ciúme doentio, e o grande amor de infância de Daniel, que ela torna a encontrar dez anos depois, Adriana Diniz Martinez terá de vencer o medo e reencontrar a si mesma… Lutar pela própria integridade e também pela filha Letícia, pela qual é capaz de tudo, sobretudo suportar a violência do marido, sobretudo suportar a própria infelicidade.”

Resenha:

Desde a primeira vez que vi a sinopse deste livro, fiquei com muita vontade de lê-lo. Porém, à época, ele estava esgotado na Editora e eu não conseguia encontrar a autora para ver se haveria a possibilidade de conseguir um exemplar diretamente com ela. Adicionei o livro à minha lista de desejados no skoob, como última esperança de consegui-lo. Passados alguns meses, uma pessoa me procurou, dizendo que tinha o livro e que queria trocá-lo, mas que o mesmo continha uma dedicatória da autora para ela, e se eu não me importava. Se eu me importava? Adoooooro livros com dedicatória mesmo que não sejam pra mim, hehehe. Finalmente recebi o livro e é impossível descrever a felicidade que senti ao finalmente tê-lo em mãos. Me senti um colecionador maluco que acaba de conseguir o item mais raro de sua coleção (bom, talvez seja exatamente isso que eu seja: uma colecionadora maluca de livros, rs)
Em minha longa viagem para o Rio de Janeiro, precisava escolher um bom livro para me acompanhar e distrair-me. Não tive dúvidas e levei na mochila meu tão desejado “Sentimento Fatal”. Ao chegar à cidade maravilhosa, ainda não havia encerrado minha leitura, mas continuei madrugada adentro lendo-o, pois não conseguia largar, ficava repetindo pra mim mesma: só mais esse capítulo. E assim foi até à uma hora da manhã finalizei o livro. E a sensação foi: uau!
Eu não sabia nada, ou pelo menos quase nada, sobre a autora antes de ler o livro. Mas logo no início da leitura, você percebe que trata-se de uma pessoa com profundo conhecimento sobre o assunto, algo que depois acabei descobrindo. A autora não apenas convive, no trabalho cotidianamente com essas situações, como também é um ativista em prol dos direitos femininos. Mais motivos de aplausos pra ela!
É claro que o livro possui alguns traços que denotam tratar-se de uma primeira obra, com algumas pequenas falhas, como por exemplo, demorar-se demais em contar certos episódios do passado a meu ver, desnecessários ou contados de uma forma “estranha”. Mas no geral, os personagens são muito bem construídos, e o enredo, articulado de forma envolvente e brilhante.   
Para mim, um bom livro é aquele que consegue despertar emoções no leitor e “Sentimento Fatal”, o faz com maestria. Você fica com vontade de matar a Adriana, a protagonista, por ser tão burra e aceitar o que ela aceita do marido, o Beto, um crápula machista e possessivo. E o Daniel, apesar de apaixonante, também é um banana, que demora muito para agir. Seguindo na direção contrária do furor de “Cinquenta tons de cinza”, “Sentimento fatal” mostra que apanhar do companheiro por ele ter ciúmes doentio e ser controlador não é nada romântico, nem prazeroso.
A boa notícia é que “Sentimento Fatal” está disponível novamente para compra, bastando acessar o link: http://www.ciadoslivros.com.br/sentimento-fatal-p500700/.
Espero que tenham a oportunidade de saborear essa leitura densa e forte, mas profundamente verdadeira.

junho 7

Resenha Cisne

Olá amigos do Blog!

Hoje trago a resenha do livro: Cisne  – Uma geração , Todas as decisões -, escrito pela talentosa Eleonor Hertzog.
Para quem não sabe, Eleonor Hertzog é gaúcha tchê! – Porto Alegre −, e colega de profissão. Na verdade o correto é Dra. Eleonor Hertzog – foto ao lado- ; pediatra de formação  e escritora de coração.
Uma ávida leitora e, diga-se de passagem, com um grande potencial criativo.
A principio acabei me assustando com o tamanho do livro. Porém, depois que você embarca na estória do Cisne, as páginas tornam-se atrativas e enigmáticas.
O livro nos apresenta o Doutor Henry Melbourne e a Doutora Doris, um casal de Biólogos formados  pela Escola Avançada de Champ-Bleux,; na qual transformaram seu barco CISNE em um “Lar“ maravilhoso.
O casal tem sete filhos, sendo Peggy adotada e mais velha do que Lis-─ apenas em um ano─, Ted e Teo -─ os filhos mais velhos do casal, gêmeos com dezesseis anos─, Tim e Tom─, gêmeos com quinze─, Lis tinha treze ; Bobby com oito e Peggy com catorze.
Ok…  Sei que são muitos personagens, mas cada um vai ocupando seu lugar na trama, pois  o nível de turbulência a bordo variava de acordo com o ânimo da garotada ─bem disciplinada por sinal ─, onde  cada um tinha seus afazeres distribuídos pelos pais como parte integrante da tripulação.
A trama começa relatando o sonho dos filhos em passar nos exames de seleção da Escola Avançada de Champ-Bleux, – uma forma de seguir os passos dos pais -, na qual aguardavam os resultados sem esperança… ( achando apenas que um deles teria a sorte de ingressar nessa Escola).
O resultado da admissão sai em Porto Alto – cidade onde o navio atracou -, e quando o Cisne chegava , o cais fervilhava e as crianças, jovens e adultos envolviam-se em  momentos de diversão. –  “A família era muito bem acolhida pelos habitantes deste local.”
A Escola Avançada de Champ-Bleux guarda seus mistérios e o resultado da admissão, não posso contar se não vira spoiler…, mas posso adiantar que o resultado gera uma certa turbulência e aí vocês terão que descobrir.
A Trama vai fluindo, surgem novos personagens que complementam muito o enredo da estória; como dois repórteres ─ um era tariliano e o outro terráqueo, alunos intercâmbio Cultural Interplanetário; os doutores Melboure – biólogos marinhos que pesquisavam Atlântida. Vale lembrar que o Dr Henry e Doris eram kreganianos e vieram de um planeta distante.
A leitura e muito bem descrita, cativante principalmente nos detalhes e nomes relativos aos personagens que foram muito bem construídos.
Em diversos momentos da leitura cheguei a considerar O Cisne como uma nova leitura para os fãs “órfãos” de Harry Potter – “A nova Geração”.
Clique aqui para adquirir seu livro “Cisne” direto do blog da autora.
 
Dados Técnicos:
Autor: Eleonor Hertzog
Gênero: InfantoJuvenil,Ficção
ISBN: 9788582180372
Nº de páginas: 832
Dimensão: 17×24
 
 
 Postado por Hermes M. Lourenço
junho 7

Resenha Cisne

Olá amigos do Blog!

Hoje trago a resenha do livro: Cisne  – Uma geração , Todas as decisões -, escrito pela talentosa Eleonor Hertzog.
Para quem não sabe, Eleonor Hertzog é gaúcha tchê! – Porto Alegre −, e colega de profissão. Na verdade o correto é Dra. Eleonor Hertzog – foto ao lado- ; pediatra de formação  e escritora de coração.
Uma ávida leitora e, diga-se de passagem, com um grande potencial criativo.
A principio acabei me assustando com o tamanho do livro. Porém, depois que você embarca na estória do Cisne, as páginas tornam-se atrativas e enigmáticas.
O livro nos apresenta o Doutor Henry Melbourne e a Doutora Doris, um casal de Biólogos formados  pela Escola Avançada de Champ-Bleux,; na qual transformaram seu barco CISNE em um “Lar“ maravilhoso.
O casal tem sete filhos, sendo Peggy adotada e mais velha do que Lis-─ apenas em um ano─, Ted e Teo -─ os filhos mais velhos do casal, gêmeos com dezesseis anos─, Tim e Tom─, gêmeos com quinze─, Lis tinha treze ; Bobby com oito e Peggy com catorze.
Ok…  Sei que são muitos personagens, mas cada um vai ocupando seu lugar na trama, pois  o nível de turbulência a bordo variava de acordo com o ânimo da garotada ─bem disciplinada por sinal ─, onde  cada um tinha seus afazeres distribuídos pelos pais como parte integrante da tripulação.
A trama começa relatando o sonho dos filhos em passar nos exames de seleção da Escola Avançada de Champ-Bleux, – uma forma de seguir os passos dos pais -, na qual aguardavam os resultados sem esperança… ( achando apenas que um deles teria a sorte de ingressar nessa Escola).
O resultado da admissão sai em Porto Alto – cidade onde o navio atracou -, e quando o Cisne chegava , o cais fervilhava e as crianças, jovens e adultos envolviam-se em  momentos de diversão. –  “A família era muito bem acolhida pelos habitantes deste local.”
A Escola Avançada de Champ-Bleux guarda seus mistérios e o resultado da admissão, não posso contar se não vira spoiler…, mas posso adiantar que o resultado gera uma certa turbulência e aí vocês terão que descobrir.
A Trama vai fluindo, surgem novos personagens que complementam muito o enredo da estória; como dois repórteres ─ um era tariliano e o outro terráqueo, alunos intercâmbio Cultural Interplanetário; os doutores Melboure – biólogos marinhos que pesquisavam Atlântida. Vale lembrar que o Dr Henry e Doris eram kreganianos e vieram de um planeta distante.
A leitura e muito bem descrita, cativante principalmente nos detalhes e nomes relativos aos personagens que foram muito bem construídos.
Em diversos momentos da leitura cheguei a considerar O Cisne como uma nova leitura para os fãs “órfãos” de Harry Potter – “A nova Geração”.
Clique aqui para adquirir seu livro “Cisne” direto do blog da autora.
 
Dados Técnicos:
Autor: Eleonor Hertzog
Gênero: InfantoJuvenil,Ficção
ISBN: 9788582180372
Nº de páginas: 832
Dimensão: 17×24
 
 
 Postado por Hermes M. Lourenço
junho 5

Resenha: Para Sempre – Livro 1 da série Os Imortais

Sinopse – Para Sempre – Os Imortais – Livro 1 – Alyson Noël

Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante. Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida… e apaixonada.

Resenha: 
Como sempre, vou iniciar a resenha falando de como este livro veio parar em minhas mãos. Um dia estava “navegando” no site do submarino e encontrei a coleção Os Imortais em promoção. Comprei os 6 primeiros livros da série por apenas R$ 30,00. Ah, não sei se vocês sabem, mas existem 3 coisas que não resisto quando vejo em promoção: sapatos, chocolate e livros!!! Enfim, num impulso, comprei a coleção sem saber se ela era boa ou ruim, sem nenhuma recomendação, simplesmente porque estava barato, rs.
Ela acabou ficando um tempão “mofando” na minha estante, sempre sendo “preterida” quando eu recebia qualquer outro livro novo. Certo dia, na falta de opção melhor, decidi começar a ler o primeiro livro da série: Para sempre.
A minha primeira impressão foi que a autora simplesmente pegou elementos de Fallen, Crepúsculo e Harry Potter e “bateu no liquidificador”, resultando numa história insossa, previsível e igual a tantas outras do gênero. Lembrei na hora do livro Escolhida, da série House of Nigth, o  qual larguei após os 3 primeiros capítulos, justamente porque ele me deu essa mesma impressão, e meu Deus, como aquela mistura ficou RUIM! Porém, como eu havia comprado os SEIS livros da coleção Os Imortais, me recusei a dar-me por vencida e insisti na leitura, determinada a chegar até o final do primeiro livro, ao menos.
Até que a história não é tão ruim e tem seus pontos altos, devo admitir. O grande trunfo fica por conta de Miles, o amigo de Ever, um gay assumido super alto astral e o personagem mais original da trama. Quanto à mocinha, Ever, é igual a todas as outras: insegura, problemática, órfã (eles sempre são órfãos, não?). O mocinho, Damen, também é igual a todos os outros: lindo, deslumbrante, aparentemente um galinha, mas no final, é um gentleman que faria tudo pela mocinha. Um saco, pra dizer o básico. Não ajudou muito o fato de Ever ser especial, ter poderes e tudo o mais, mas pelo menos foi um diferencial, o que não sei até que ponto foi bom, pois talvez isso dificulte o surgimento de empatia por ela por parte do leitor, que afinal de contas, é uma pessoa comum.  Lá pelo meio do livro, ao menos a autora conseguiu instigar a minha curiosidade de afinal de contas que criatura o Damen era e isso acabou me ajudando a terminá-lo. A decepção ficou por conta do final, quando a ex dele morre de um jeito MUITO forçado.
Apesar disso tudo, li o livro rapidamente, em apenas 2 dias e como adquiri toda a coleção, já iniciei o segundo livro, agora sem muitas expectativas. A linguagem é de fácil compreensão e a leitura flui agradavelmente, mas sinceramente, só recomendo este livro se você realmente não tiver nada melhor pra fazer (ou ler). 
Elaine Velasco é autora da série Limiar, para mais postagens, acesse: elainevelasco.blogspot.com.br

junho 5

Resenha: Para Sempre – Livro 1 da série Os Imortais

Sinopse – Para Sempre – Os Imortais – Livro 1 – Alyson Noël

Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante. Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida… e apaixonada.

Resenha: 
Como sempre, vou iniciar a resenha falando de como este livro veio parar em minhas mãos. Um dia estava “navegando” no site do submarino e encontrei a coleção Os Imortais em promoção. Comprei os 6 primeiros livros da série por apenas R$ 30,00. Ah, não sei se vocês sabem, mas existem 3 coisas que não resisto quando vejo em promoção: sapatos, chocolate e livros!!! Enfim, num impulso, comprei a coleção sem saber se ela era boa ou ruim, sem nenhuma recomendação, simplesmente porque estava barato, rs.
Ela acabou ficando um tempão “mofando” na minha estante, sempre sendo “preterida” quando eu recebia qualquer outro livro novo. Certo dia, na falta de opção melhor, decidi começar a ler o primeiro livro da série: Para sempre.
A minha primeira impressão foi que a autora simplesmente pegou elementos de Fallen, Crepúsculo e Harry Potter e “bateu no liquidificador”, resultando numa história insossa, previsível e igual a tantas outras do gênero. Lembrei na hora do livro Escolhida, da série House of Nigth, o  qual larguei após os 3 primeiros capítulos, justamente porque ele me deu essa mesma impressão, e meu Deus, como aquela mistura ficou RUIM! Porém, como eu havia comprado os SEIS livros da coleção Os Imortais, me recusei a dar-me por vencida e insisti na leitura, determinada a chegar até o final do primeiro livro, ao menos.
Até que a história não é tão ruim e tem seus pontos altos, devo admitir. O grande trunfo fica por conta de Miles, o amigo de Ever, um gay assumido super alto astral e o personagem mais original da trama. Quanto à mocinha, Ever, é igual a todas as outras: insegura, problemática, órfã (eles sempre são órfãos, não?). O mocinho, Damen, também é igual a todos os outros: lindo, deslumbrante, aparentemente um galinha, mas no final, é um gentleman que faria tudo pela mocinha. Um saco, pra dizer o básico. Não ajudou muito o fato de Ever ser especial, ter poderes e tudo o mais, mas pelo menos foi um diferencial, o que não sei até que ponto foi bom, pois talvez isso dificulte o surgimento de empatia por ela por parte do leitor, que afinal de contas, é uma pessoa comum.  Lá pelo meio do livro, ao menos a autora conseguiu instigar a minha curiosidade de afinal de contas que criatura o Damen era e isso acabou me ajudando a terminá-lo. A decepção ficou por conta do final, quando a ex dele morre de um jeito MUITO forçado.
Apesar disso tudo, li o livro rapidamente, em apenas 2 dias e como adquiri toda a coleção, já iniciei o segundo livro, agora sem muitas expectativas. A linguagem é de fácil compreensão e a leitura flui agradavelmente, mas sinceramente, só recomendo este livro se você realmente não tiver nada melhor pra fazer (ou ler). 
Elaine Velasco é autora da série Limiar, para mais postagens, acesse: elainevelasco.blogspot.com.br

maio 19

Resenha: “A Elite” de Kiera Cass


Sinopse – A Elite – The Selection – Livro 02 – Kiera Cass

A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.

America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.
Resenha:

A série  A Seleção trata de uma distopia, ocorrida num futuro remoto, onde os Estados Unidos foram destroçados por guerras e crises econômicas intermináveis, e um novo país foi erigido por Gregório Iléa, cujo nome foi adotado também por esse nova nação, que passou a chamar-se Iléa e cuja população encontra-se dividida em castas e onde cada pessoa só pode desenvolver-se profissionalmente e casar-se, constituir família, de acordo com a casta à qual pertence. Para citar algumas, saiba que existe a casta Um, dos mais ricos, a Três, dos professores e escritores, a Cinco dos artistas e a Oito, que é a última, dos serviçais. America pertence à casta Cinco e está apaixonada por Aspen, que pertence à casta Seis quando é selecionada para concorrer ao coração do príncipe Maxon e à coroa de Iléa juntamente com mais 35 candidatas. Ao firmar uma bonita amizade com Maxon, ela sente seu coração ficar dividido entre Aspen e o príncipe, entre ser um pobre membro da casta Seis ou pertencer à casta Um, mas acima disso, ela sente uma ferrenha vontade de mudar o injusto sistema que classifica as pessoas conforme seu nascimento e não conforme suas aptidões, um sistema que não dá oportunidades nem perspectivas de melhora.
Não sei se foi o fato de ter lido A Elite enquanto ainda enfrentava uma forte ressaca literária por causa de Jogos Vorazes – cuja protagonista é uma garota forte, politizada, determinada, que não mede esforços para libertar seu povo – mas o fato é que não gostei do livro. Achei que a autora “se perdeu” enquanto escrevia este livro. America, que no primeiro livro – A Seleção (resenha aqui: http://elainevelasco.blogspot.com.br/2012/09/resenha-selecao-de-kiera-cass.html) – era uma jovem determinada, politizada, lutadora, em A Elite tornou-se uma garota fútil e vazia, preocupada apenas com o próprio umbigo e com o amor do príncipe. Para mim, a autora fugiu completamente da proposta do primeiro livro. O livro não traz surpresa alguma, ela não descobre nada novo com relação aos rebeldes que tentam invadir o palácio nem faz avanço algum em relação a ajudar seu povo a sair do sistema injusto no qual vive. Até mesmo Maxon, antes tão perfeito, revela-se um cafajeste egoísta e mimado. E Aspen, antes importante peça no triângulo amoroso, torna-se apenas um acessório, um “estepe”. Para mim, foi um livro que apenas “encheu lingüiça”, deixando todos os fatos importantes para o livro final, o que é um risco, pois a autora pode acabar deixando tudo muito “corrido”, mal explicado, mal trabalhado. Eu ganhei o primeiro livro da trilogia na edição do Fantasticon do ano passado, das mãos da editora da Seguinte, que lá estava por ocasião de uma palestra e confesso que ele foi uma grata surpresa, o que me levou a adquirir o segundo livro, porém, A Elite, ao menos para mim, deixou a desejar e muito. 
Elaine Velasco é autora da série Limiar e leitora voraz de literatura Young Adult, especialmente quando esses tratam de Literatura Fantástica. Para saber mais sobre ela, acesse: elainevelasco.blogspot.com.br
agosto 7

Resenha livro Portais

Resenha livro Portais
“Um dos meus professores me ensinou que existem mudanças acontecendo a todo o momento em nossas vidas e muitas vezes não há nada o que podemos fazer para alterá-las. Por isso, o recado é simples: esteja preparado, porque mudar nem sempre é fácil, mas é necessário!”
Ledinilson Ribeiro Moreira
Olá Amigos do Blog!
Hoje trago a vocês mais uma resenha no blog.
Desta vez irei apresentar o livro Portais do autor Ledinilson Ribeiro Moreira, autor que tive a oportunidade de conhece-lo pessoalmente e posso lhes garantir que um de seus grandes amores é a escrita.
O livro está sendo lançado pela editora Dracaena e quem tiver interesse em compra-lo basta clicar AQUI.
Bem, antes de postar a resenha, acho interessante conhecer um pouco da história do autor que está por traz do livro.
Ledinilson Ribeiro Moreira é natural de João Monlevade MG. Graduado em Computação / Sistemas de Informação, especializou-se em Gestão Estratégica de Negócios. Mora atualmente em BH com esposa e morou por algum tempo na linda Ouro Preto – palavras do autor, depois vocês compreenderão por que eu coloquei em itálico -, e viajou praticamente por todos os países onde foram encontradas as chaves dos portais.
Site do livro: www.portaisolivro.com.br
Portais@portaisolivro.com.br
Sinópse
No livro Portais, convido você a viajar para outras dimensões, lugares ou planetas!
Imagine se existissem clãs de cientistas espalhados pela Terra com diversos conhecimentos deste e de outros mundos e, com tanto poder em jogo, um desses clãs se rebelasse para tentar dominar tudo que existe.
Em uma aventura cheia de suspense, grandes amores, fortes laços de amizades e muitas descobertas, um grupo de amigos, com seus inesperados poderes, tentarão evitar o fim do nosso planeta.
Mas, para isso, vão precisar decifrar o código secreto que os levará aos Portais, antes que alguma força o faça e destrua todas as possibilidades de vida. Desafio você a fazer parte deste mundo e descobrir os PORTAIS!
Autor: Ledinilson Ribeiro Moreira
Gênero: Romance,Ficção
ISBN: 9788564469846
Nº de páginas: 332
Dimensão: 16×23
A História inicia-se em Ouro Preto MG – agora entenderam por que eu coloquei em itálico? – onde nossos protagonistas são quatro jovens  – Gabriel, Michel, Rafael e Mikaela -, que vivem uma vida normal enquanto cursam a universidade. Porém, um elo comum coloca em xeque a coincidência a partir do momento em que todos começam a ter o mesmo sonho.
Então, no ginásio da faculdade a trama começa a  aquecer, quando do nada surge um guardião para proteger os 4 jovens. Para piorar, surge Brian e Vince – nossos antagonistas ameaçando a matar todos no ginásio até que cada um dos jovens especiais – que até o momento desconheciam essa peculiaridade – se identificassem.  Na verdade os antagonistas pertencem ao “filo” dos turanos – durante a leitura do livro vocês irão compreender o porque eu usei o termo filo -, que em outras palavras são os vilões da trama.
O que me chamou a atenção foi a capacidade do autor em construir uma trama com múltiplos personagens sem deixa-los superficiais. Outro ponto forte – que foi o me conquistou – foi a citação do USS Eldridge, diretamente ligada ao Experimento Filadélfia, sobre pesquisas secretas de teletransporte, veementemente negadas pelo governo dos EUA.
Também vale salientar é que cada protagonista descobre que possuem poderes especiais  que são “despertados”  por Susan – a filha do principal antagonista.
Pelo que pude perceber o livro é uma trilogia e confesso que estou ansioso pela continuação da história.
Perceberam que no post o livro tem duas capas. Isso é fato, considerando que a primeira edição foi artesanalmente produzida pelo autor.
A segunda capa já é um trabalho feito pela editora, o que comprova que existem editoras que alem de valorizarem autores nacionais, também estão de olho em talentosos escritores.
Um forte abraço a todos!