abril 22

O Diário Serial – Inicia-se a caçada ao serial killer.

Olá Amigos do Blog!
Hoje trago algumas novidades da Dracaena.
Confesso a todos seguidores que fico muito feliz em ver uma editora que valoriza os talentos nacionais e se você está interessado em publicar um livro, dá uma espiada no final do post…
Um forte abraço a todos!
Comece a caçada ao serial killer
O terror chega a Florianópolis neste lançamento da Editora Dracaena
Verão no litoral catarinense. Uma época de sol, calor e muitas festas.
Mas esta rotina paradisíaca mudará quando uma série de assassinatos assombrar a cidade, em uma série de eventos nunca antes presenciados.
Um serial killer está solto, escrevendo em seu diário seus mais profundos e aterrorizantes sentimentos, descrevendo como se sente quando mata e como pretende continuar com seu plano. E a única esperança da cidade é uma dupla de jovens policiais, que caçarão o assassino nos mais diversos cantos da Ilha da Magia.
Um thriller bombástico do início ao fim, que colocará o primeiro serial killer em terras florianopolitanas.
Compre o livro em Pré-Venda nos seguintes sites:
Livraria da Travessa
Site da Editora Dracaena
Acesse o Book trailer do livro:
http://www.youtube.com/watch?v=TQOJAde4tUI 

 

Na mídia: Veja nossos autores nacionais em destaque
 
Confira a entrevista com Janethe Fontes, autora do livro Sentimento Fatal, no blog da Editora Dracaena (acesse AQUI).
Compre também o livro diretamente pelo Site da Dracaena, com frete grátis.
 
O site Literatura de Cabeça entrevistou Raphaella Mello, autora do “livro Segredos de um Vampiro”. Veja AQUI a entrevista completa no site.
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Jéssica Anitelli, autora do livro “O Punhal”  foi matéria no Jornal A Notícia.


Envio de Originais
A Editora Dracaena está em busca de novos autores para publicação, divulgação e distribuição nacional.
Publique seu livro com uma das editoras que mais cresce no Brasil.
Envie seu original para avaliação através do email: publique@dracaena.com.br
Para mais informações acesse o Site da Dracaena.
março 1

Entrevista com o autor Paulo Henrique G. Gontivo

“…acho maravilhoso na literatura é que você não precisa ter um tema estrondoso para chamar a atenção, mas sim  descrever estrondosamente um tema…”
Paulo Henrique Gomes Gontijo
Olá Amigos do Blog!
Hoje trago para vocês uma entrevista com o escritor Paulo Henrique Gomes Gontijo, autor do livro O Olhar dos Inocentes que de forma independente produziu seu livro. –Para quem não viu confira a resenha clicando aqui.
Confesso que foi uma leitura prazerosa e envolvente, portanto super recomendada.
Para quem não sabe, Paulo Henrique Gomes Gontijo (ou Paulo H. G.Gontijo) nasceu em Divinópolis/MG em 04/05/1971. Filho de comerciantes, é o mais novo de oito irmãos. Graduou-se em Direito, mas é na literatura que encontra sua identidade. “O olhar dos inocentes” é sua primeira publicação.
Um forte abraço a todos!
01)  Fale um pouco sobre quem é Paulo Henrique Gomes Gontijo.
Sou Divinopolitano, nasci em 04/05/1971, tenho formação em Direito e sou comerciante meio que por osmose pois meu pai  era comerciante, assim como minha mãe também  já teve uma  loja de tecidos.  Amo a família e a literatura.
02) Explique aos seguidores do blog como surgiu a sua vontade de escrever e o desejo de se tornar um escritor.
A vontade de ser escritor começou logo na minha infância., pois eu comecei a ler aos 10 anos.  Eu ficava fascinado com o poder que o livro tinha de me fazer viajar, emocionar e chorar mesmo estando dentro da minha casa. Era muito intenso. E pensava: que poder é este? E a cada livro que eu lia, eu me enchia de admiração pelo escritor, pela capacidade que ele tinha de, com suas palavras, evocar sentimentos tão arrebatadores no meu emocional.  Daí surgiu gradativamente a vontade de querer realizar nas pessoas o mesmo feito,  provocar nelas  o mesmo sentimento de viagem emocional que eu sentia desde lá na minha infância.
03)  Como se dá seu processo de escrita – desde as ideias até a concepção final do livro.
Eu acho que quem ama literatura isso se torna meio que instintivo. Um acontecimento mais banal do dia-a-dia dispara um turbilhão de idéias.  Lembro-me que durante as minhas aulas de direito penal na faculdade, a minha mente não parava de supor as mais inusitadas situações enquanto o professor explicava os diferentes tipos penais. E eu pensava: isso daria uma ótima estória. E o que eu acho maravilhoso na literatura é que você não precisa ter um tema estrondoso para chamar a atenção, mas sim  descrever estrondosamente um tema que, muitas vezes, é  convencional. A morte de Ivan Ilitch de Tolstói,  é um destes exemplos. O autor  descreve neste livro a morte do personagem— um tema relativamente corriqueiro —de uma forma tão estupenda que faz o corpo da gente estremecer de emoção.
04)  Vi que o livro O Olhar dos Inocentes, foi uma produção independente. Esclareça aos leitores do blog como se dá esse processo e o custo-benefício.
No meu caso especificamente, eu tinha engavetado há tantos anos este sonho, que, já estando com meus quarenta anos, não pensei duas vezes em pegar uma parte das minhas economias e publicar o meu livro. Sabemos que não é barato. Mas foi o preço de ver o meu sonho realizado o mais depressa possível, ao invés de arriscar numa eterna demora, ou mesmo , nunca vê-lo publicado,  enquanto eu ficasse à espera de que alguma editora se interessasse em editá-lo. Mas o processo em si é simples. Escrever, contratar um revisor, que no meu caso, ele elaborou também a capa, ajudou-me no título,  e arrumar uma gráfica que tenha um trabalho bacana.
05)  Em seu livro envolve gênero ação- policial, associado à um grande drama vivido pela protagonista Maria Clara. De onde surgiu a ideia para desenhar a protagonista.
Sempre gostei de livros cujos temas são dramas psicológicos dos personagens. Acho que é justamente isto que enriquece a estória;  é quando o leitor vivencia os conflitos internos do personagem diante de uma determinada situação e sua condição emocional  que está por trás de suas atitudes. Crime e Castigo, de Dostoiévski, é um exemplo clássico deste gênero.
06)  Quais são as maiores dificuldades que você encontrou para editar esse livro.
Uma vez já estando com o dinheiro em mãos, que, sem demagogia,  todos sabem, sem ele a gente não faz nada— em termos financeiros, obviamente— a  minha maior dificuldade  foi vencer  o medo. Medo da exposição, medo da repercussão, medo de perder o dinheiro investido, enfim… Mas eu o venci. Assim como todos nós temos que procurar vencer as dificuldades para atingir nossos objetivos. Sejam elas  o medo, a falta de dinheiro, a falta de incentivo ou tudo isso junto.  Temos que arrumar um jeito de vencer.
07)  Você poderia nos falar um pouco sobre seus novos projetos?
Tenho vários escritos, todos no meu computador. Um deles,  um livro já totalmente pronto ,  está na fase de negociação com uma editora.  Este segue o mesmo gênero de O olhar dos inocentes. Trata-se de um suspense policial.
08)  Percebi que você tem um dom em prender a atenção do leitor, fato esse que encontramos nas obras Best Sellers. Quais são os comentários que você tem recebido a respeito do Olhar dos Inocentes.
Acredito que a gente escreve aquilo que mais nos chama a atenção. Creio também que a grande massa de pessoas é atraída por estórias instigantes, que faça aflorar emoções. Sou fã de Sidney Sheldon, Agatha Christie,  Allan Poe , Rubem Fonseca , entre outros mestres. E as pessoas têm me dito exatamente isto:  que ficaram presas com a minha estória, que não conseguiram largar o meu livro. Um amigo disse-me que chorou em determinada parte dele. E pra mim, escutar isso é muito, mas muito gratificante. Sinto-me como se fosse uma criança que ganha um presente há muito esperado.
09)  De onde surgiu a ideia do titulo de seu livro?
O  livro, pra mim, tem a obrigação de nos fazer crescer;  a estória, por mais que ela seja trágica e violenta, tem que nos trazer uma lição. Isto é a literatura. E a estória de O olhar dos inocentes é tudo isso: trágica,  violenta e dramática. Mas apesar de todas as agruras pelas quais a protagonista passa, ela consegue encontrar, em meio a tudo isso,  o seu mar de águas tranqüilas, no olhar de uma inocente.
10)  Como foi a elaboração, a construção da estória do livro?
O olhar dos inocentes era pra ser um conto. A minha idéia era lançar um livro de várias estórias policiais e eu já havia escrito exatamente sete.  Mas quando mandei  os meus originais para o revisor, ele me disse: —Você ficou maluco? Cada estória dessas é um livro! — Decepcionei-me por um lado, mas animei-me por outro. A partir do momento em que fui convencido de que  cada “conto” meu era um livro, fui descobrindo que estava deixando de lado muitos detalhes importantes na estória a fim de enquadrá-la forçosamente  em conto. O resultado,  depois disso, achei muito melhor e constatei que se deixasse de pormenorizar a minha estória, ela iria ficar muito, digamos,  deficitária.
11)  Agradeço pela e entrevista e gostaria que deixasse uma mensagem aos seguidores do blog A Arte de Escrever?
Eu é que agradeço pela entrevista. Você não sabe o quanto estou honrado por poder estar aqui, falando sobre a minha obra, fruto de um sonho tão sonhado. Sinto que como escritor, vou ser eternamente aquele menino que ficava horas e horas, viajando nas estórias, querendo sempre que todas as pessoas entendam e compartilhem comigo este prazer imensurável que é o amor pela leitura. Quanto aos seguidores do blog, tenho a dizer o seguinte: Tenham, em tudo o que forem fazer na vida, a mesma emoção que eu descrevi quando eu viajava e ainda viajo pelas minhas estórias.  Emocione-se, sorria, chore, lute, vença todas as dificuldades. Escreva o seu livro. Publique-o. Ou guarde-o.  Consiga tudo o que for necessário para tornar possível  os seus sonhos. Trabalhe no que ame;  passe a amar o que tiver que fazer.  Um abraço a todos.