Clarisse Cristal in memento mori – Samuel da Costa

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje apresento a vocês o conto “Clarisse Cristal in memento mori” do autor Samuel da Costa. Não deixem de conferir!

 

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Clarisse Cristal: A Cidadã das Nuvens – Samuel da Costa

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje apresento a vocês o conto “Clarisse Cristal: A Cidadã das Nuvens ” do autor Samuel da Costa . Não deixem de conferir!

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A Sentença – Sonia Regina Rocha Rodrigues

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje apresento a vocês o conto “A Sentença” da autora Sonia Regina Rocha Rodrigues. Não deixem de conferir!

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Quarto 33

Quarto 33

Desde pequeno me esforcei para ser um astronauta e ir trabalhar na NASA. Era motivo de riso de meus colegas, que sempre diziam que eu era louco e Nerd.
Eles estavam certos. Sonhos se desfazem no meio do caminho e as vezes tento medir o que nos resta quando nossas maiores aspirações são desfeitas. Medo, insegurança. Talvez… Eu prefiro denominar esse sentimento de frustração.
Hoje faço 35 anos e é meu aniversário. Não é um dia de comemoração ou de festividades, não para alguém que teve seu maior sonho destruído. Olho ao redor, e vejo apenas pedaços desfeitos de meu maior desejo. Restaram foguetes que nunca alçaram voos e projetos meticulosos que ficaram apenas no papel. Ah! Se a Nasa os visse! Tenho certeza que já teríamos pisado em Marte ou quem sabe descoberto o verdadeiro segredo que se esconde por traz dos “buracos de minhoca”. Não posso reclamar, por outro lado fui recompensado com meus amigos verdadeiros que se fazem presentes. No meu caso, Cintia e Marcelo.
Sim, eles são as únicas pessoas que não deixaram que meu aniversário caísse no esquecimento, e estão aqui, arrumando os doces e pregando os balões no teto e preparando a mesa com meu bolo em formato de foguete.
Cintia é uma bela amiga. Já tive um caso com ela. — Mas isso fica entre nós —, e Marcelo eu tenho quase certeza de que ele é gay. Não que eu seja preconceituoso. Pelo contrário. Respeito cada um em sua individualidade. Mas eles são meus amigos e amigos de verdade nunca te abandonam e a amizade sempre perdura, desde a infância.
Desfiz o namoro com a Cintia por que percebemos que em nossa relação, parecia que ela tinha amor de mãe, mas o grande problema é quando o relacionamento se torna intenso, e as mulheres gostam de dar palpite. Sempre acreditei que no relacionamento perfeito os limites individuais são respeitados, que em outras palavras “cada um no seu quadrado”, e por isso optei em permanecer apenas com meus projetos. Imagine só, Cintia querendo dar palpite nos projetos de meus foguetes. Por isso optamos em manter a amizade.
Marcelo é graduado em engenharia aeroespacial. Quando ele entrou na faculdade,  sempre me dizia que eu devia estar em seu lugar. Nisso ele tinha razão. Sei que ele ainda permanece meu amigo devido a termos crescidos juntos, mas na verdade houve uma época que achava que ele roubava meus projetos — e ainda acho.
Ele é uma boa pessoa. Seria meu lado bem-sucedido. Trabalha na NASA e conseguiu chegar onde eu nunca cheguei. Não tenho inveja dele não. Pelo contrário, as vezes acho que ele não seja tão bom no que faz, porque se fosse, não ficaria interessado nos meus projetos.
Mas ele é uma pessoa bacana.
Eles são o que restou de minha família.
Meus pais morreram cedo, quando eu ainda era criança e essa é a maior razão de meu fracasso nesta vida, pois quando temos pais que nos apoiam, até o universo é pequeno.
Como disse hoje completo 35 anos. Sim, 35 anos longe das estrelas… Apenas olhar para elas e ver a lua foi o mais próximo que estive do espaço.
Meus convidados chegaram, todos vestidos a rigor.
Me deram uma bebida, balas e de repente, o mundo tornou-se uma espaçonave.
Sim, eu conseguia voar, e tocar a estrelas. Eu tinha a minha própria espaçonave.
Vi os anéis de saturno, o sol que em sua mestria iluminava nosso sistema.
Até que por fim não acreditava. O “buraco de minhoca”. Lá estava ele, bem diante de meus olhos e sem hesitar, saltei para dentro dele.

— Dr. Luiz Otávio, o que ele têm?
— Esquizofrenia e depressão psicótica. Ele têm alucinações com a mãe Cintia que se suicidou após manter relação afetiva com ele. O pior é que ele considera o pai, como se fosse um amigo gay e não o reconhece. A eletroconvulsivoterapia é uma tentativa de trazê-lo a realidade.
— Professor, ele já recebeu duas descargas elétricas na cabeça. Isso não é perigoso?
O velho docente riu. — Não. Hoje os pacientes são sedados antes do procedimento. Por isso temos o anestesista presente. Essa prática já uma rotina e segura. Não tem nada a ver com cadeiras elétricas dos sentenciados a morte. Espere… Meu Deus! — Gritou o professor de psiquiatria enquanto o paciente se contorcia em múltiplos espasmos e um filete de sangue espesso escorria pelas orelhas e manchava o lençol branco, junto ao cheiro de queimado.
Levantou os cabelos longos do pobre moribundo inconsciente enquanto o anestesista lutava pela vida em uma reanimação malsucedida.
Foi então que o monitor cardíaco se tornou uma linha reta, anunciando o final da viagem para o paciente do quarto 33, enquanto o docente lembrou-se com tristeza e pesar que o pobre homem usava aparelho auditivo por uma deficiência congênita na qual a equipe havia se esquecido de retirar, ficando camuflada pelos longos cabelos e barba descuidada de alguém que um dia sonhou em conhecer o universo.

Hermes Marcondes Lourenço

Fevereiro de 2017

Confissões no Escuro – Luis Torneol

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje apresento a vocês o conto “Confissões no Escuro” escrito pelo autor Luis Torneol. Não deixem de conferir!

 

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O Sonho Continua… Em Um Tempo Fora do Tempo – Sonia Regina Rocha Rodrigues

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje apresento a vocês o conto “O Sonho Continua… Em Um Tempo Fora do Tempo” da autora Sonia Regina Rocha Rodrigues. Não deixem de conferir!

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Vozes na Escuridão – Fernando Rodrigues

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje apresento a vocês o conto “Vozes na Escuridão” escrito pelo autor Fernando Rodrigues. Não deixem de conferir!

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O Gato Persa

 

Olá Amigos! Por questões de saúde e sobrecarga de trabalho andei meio fora do ar. Mas aos poucos vou voltando. Que tal um pequeno conto para acalentar o ânimo?

 

O Gato Persao gato persa

Moro em um pequeno apartamento no Gutierrez na grande Belo Horizonte. Um apartamento velho, fruto maior que minha renda me permitiu comprar na minha fase produtiva, enquanto atuava como advogado.

Quando adquiri o imóvel, fiquei indignado. Isso porque minha renda que somada com a herança que recebi após a morte trágica de meus pais, ter sido suficiente para comprar um imóvel sem garagem.  Confesso que hoje agradeço, pois até minha habilitação foi suspensa. Afinal, quem iria deixar um velhote de 82 anos, com Parkinson dirigir. De nada ia servir a garagem a não ser para deixar o carro enferrujar e ter que pagar imposto.

Ficar velho é uma bosta. Desculpem-me pela expressão, ainda mais quando seus dois filhos moram no exterior e sua esposa faleceu consumida pelo câncer há mais de 10 anos.

Meu único companheiro nessa jornada, tem sido meu amigo pecaminoso.

Não pense que sou um velho doido ou tarado. Pelo contrário, Pecaminoso é o nome de meu gato. Um gato persa branco, com um olho amarelo e o outro azul, que pelo andar das carruagens, ele já deva ter a mesma idade do que eu ou talvez seja um pouco mais velho. A única vantagem que ele tem sobre minha pessoa é que ele não treme, em compensação o olho está quase colando um no outro de tanta remela chegando a aderir nos pelos da órbita ocular. Às vezes acho que ele um guaxinim desnutrido, pois ultimamente ele está puro osso. Já tentei limpar essa secreção dos olhos e a tinta vermelha que não sei onde foi que ele se lambuzou; mas é difícil. Eu com Parkinson, e o filho da puta do gato com Alzheimer, pois parece que ele não me conhece mais e toda vez que tento me aproximar dele o desgraçado do bichano parece que incorpora um exú e começa a rosnar e corre para os cantos.

É lógico que não vou pegá-lo, pois se você tivesse um bico de papagaio na coluna duvido que iria fazê-lo. Já faço muito em ver ele andar de um lado para o outro, como se estivesse perdido em casa.

Pode parecer mórbido, mas eu e pecaminoso fizemos uma aposta tão logo que Elizete, minha esposa faleceu (Que os anjos cuidem de sua nobre alma…). Nos pactuamos que quem morresse primeiro viria buscar o outro, pois nenhum de nós iria ficar sozinho.

Coisa de velho…. Pode até ser, mas nunca acreditei na vida após a morte.

Do jeito que pecaminoso anda magro, acredito que ele “vá pro saco” primeiro. Acredito que o pacto tenha sido uma forma que encontrei de quebrar a solidão e ter algo para fazer no resto de minha vida.

Minhas contas estão todas no débito automático. De vez em quando vem a vizinha do 301 bater aqui na minha porta saber se eu estou vivo. Já tem uma semana que ela não faz isso. Deve estar viajando ou arrumou outro affaire pois desde que ela se separou o quem mais tem feito é dar aquilo que não procuravam enquanto ela era casada.

Para piorar meu pesadelo, esta merda de televisão só pega um canal. O mesmo canal de notícias, sensacionalistas, com reportagens tão sangrentas que dariam para encher a lagoa da Pampulha.

O que me resta além do pecaminoso? Meu sofá confortável, a comida vencida na geladeira e os vizinhos com seus barulhos peculiares. Som de mijo do apartamento de cima, minha vizinha do 301 trepando as 23:00 e o arroto do porco do filho do 405 às 6:30 da manhã, logo antes dele ir para a escola. Isso sem contar o motor dos carros e motos que aceleram de madrugada, como se correr fosse resolver algo. É claro que não posso esquecer das músicas do Elvis Presley do morador do 101, que fuma um baseado e depois começa a cantar como se fosse o rei do roque. Isso por volta de meia noite.

O que tem me incomodado é que ouço alguns moradores que reclamam do cheiro podre que infesta o corredor (He he…. Cheguei a pensar que o pecaminoso tinha morrido e apodrecido na casa de algum vizinho, mas não. O desgraçado do gato está vivo, tão fraco quanto eu.  Mas essa é uma das vantagens de ser velho. Você vai perdendo o olfato. O risco é só soltar um pum, pois você nunca sabe o que é que vai sair).

Meus filhos no início eram presentes e telefonavam. A princípio todo dia, depois todo mês, depois só nos dias dos pais, natal, ano novo, aniversário e hoje eles não ligam mais. 

O culpado por isso, talvez tenha sido eu que os enchi de mimos, dando a eles tudo de bom e do melhor. De qualquer forma eles constituíram suas famílias e sei que tenho 3 netos e 1 netinha.  Pelo menos é a informação que tive há 7 anos. Não os culpo. Um velho com Parkinson e um gato com Alzheimer só iria complicar mais a vida deles, além de que vivo em minha “Terra adorada” que não tem sido uma mãe gentil.  Só fico na dúvida se meus filhos irão vir no meu velório…

De qualquer forma, fiz meu plano funerário, para ao menos ter o mínimo de dignidade quando for para a terra dos pés juntos.

De fato, pecaminoso está muito estranho. Não para de miar grosso. Agora só fica deitado no tapete da sala.

“Morre pecaminoso”, “Morre gatinho! ”.

Não tenham raiva de minha pessoa. Ver o pecaminoso morrer é pura diversão e libertar-se do sofrimento que tanto lhe aflige. O que mais eu poderia fazer? Amigos…. Fala sério!  Parte deles estão no cemitério e a outra parte virou pó e flutua em um algum lugar do Sena, do Tâmisa ou as cinzas foram carregadas para algum lugar onde o vento faz a curva.

Ouço batidas em minha porta.

Confesso que já não tenho forças para levantar e sequer receber visitas. Quando você ficar velho irá entender o porquê.

As batidas persistem e tornam-se mais intensas.

— Puta que o pariu! — Gritei com toda a força que fui capaz, só que de nada adiantou. Após um chute violento, vi minha porta cair rumo ao chão.

Era a piranha da minha vizinha que invadiu minha casa, sem minha autorização. A vagabunda estava acompanhada de dois policiais, que ao adentrarem na sala, um virou de lado, ou outro tapou o nariz enquanto minha vizinha começou a gritar e a seguir vomitar no chão da sala.

Foi então que me dei conta do que estava acontecendo.

Quando olhei para trás vi meu corpo que jazia sobre sofá da sala em frente à televisão ligada.

Múltiplos nacos de carne faltavam em meu corpo já em decomposição que aliado a água da privada, garantiram a sobrevivência do pecaminoso.

Bem, quanto ao resto do meu corpo, foi cremado.  As cinzas foram lançadas na lagoa da Pampulha para alimentar o jacaré pelas mãos da piranha de minha vizinha. É obvio que meus filhos não vieram. Quem se importa com quem já morreu em vida?

Já meu gato persa foi levado para um abrigo de animais.

O que pecaminoso não sabia era que dois anos depois dele ter sido adotado e ganhar o direito de morar num luxuoso apartamento no Belvedere (com ração importada e banhos semanais), é que nos reencontraríamos — por culpa do vício que lhe assegurou a sobrevivência —, após ele morrer afogado enquanto bebia a água da privada e sem ninguém para o socorrer.

Ao menos eu cumpri minha parte do trato.

HermesLourenco.com

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O Espelho

A chuva forte, fazia com que a rua Francisco de Sá em Belo Horizonte se alagasse, congestionando o trânsito já intenso, o
nde motoristas desesperados tentavam sair dos veículos, temendo pela própria vida. Exceto um.

Carlos estava parado atrás de um carro, enquanto observava o nível da água subir e via pessoas correrem, pelo medo de serem arrastadas pela enxurrada.

Olhava para o limpador do para-brisa, que oscilava de um lado a outro, movimento que o acalmava e desacelerava seus pensamentos.

A morte seria bem vinda, desde que fosse indolor. – pensou, enquanto via as gotas da chuva colidirem contra o para-brisa do veículo.imagem o espelho

Olhou para os carros que começavam a boiar diante de si, até que encontrou os próprios olhos na imagem do retrovisor.

Sim, o espelho. O maldito espelho, estava ali, face a face, mostrando seu lado mais sombrio e doloroso.

Era como se existissem duas pessoas, separadas por uma dimensão prateada.

Os olhos de Carlos não eram iguais ao do espelho. Os do espelho eram carregados de maldade, avermelhados, sem brilho e assustadores.

– Carlos, saia do carro. Preciso de você! – Falou os olhos vermelhos.

Ele observava, tentando compreender aquele lado sobrenatural que tornara-se parte da própria vida… Aquele maldito olhar, que mais uma vez, tentava dominá-lo.

Estava cansado da escravidão. O “olho”, assim o chamava, sempre que surgia lhe trazia uma nova e dolorida missão.

Viu as mãos sujas de sangue. Não traziam-lhe recordações, sequer remorsos.

Não queria sair. A enchente o pegara de surpresa, um imprevisto. Talvez um lance de xadrez numa partida contra o destino.

Desejava por um fim na própria vida e quem sabe encontrar o verdadeiro descanso.

“Os olhos” continuavam a observá-lo, com a frieza de outrora.

– Carlos, saía desta droga de carro, estou mandando!

Um sorriso surgiu no rosto pálido de Carlos. Pela primeira vez, tinha controle de si e não iria obedecer.

– Acabou! – Gritou, olhando para o retrovisor. – Vá embora. Você não vai mais me usar.

O olho continuava ali, frio, imponente e com a certeza de quem estava no comando.

Carlos olhou para os pés e viu que a água começava a entrar no próprio veículo e carregá-lo, como um barco a deriva, em meio a uma avenida alagada.

– Carlos, sua dor será eterna. Não adianta querer escapar. Saía já do carro! – Ordenou “o olho” mais uma vez.

– Não – respondeu oscilando a cabeça de um lado a outro, enquanto a água atingia a altura do joelho. – Sua capacidade de me controlar acabou. Essa foi a última mulher! – Respondeu para “o olho”.

– Você se lembra de sua mãe? Ela não pode ficar sozinha! – Afirmou o olho.

Carlos tentou pensar em algo diferente, mas o olho tinha razão.

Lembrou-se da noite em que o pai embriagado entrou em casa e com um pedaço de espelho dilacerou a vida da mulher que tanto amava. Jamais iria se esquecer dos cortes no belo rosto de sua mãe, do sangue se esvaindo no vestido branco. O olho tinha razão.

– Mamãe não pode ficar sozinha! – Afirmou Carlos para o olho.

– Então vá e faça o que você tem de fazer!

Carlos enfiou as mãos na água suja da rua que invadia o carro, lavando as manchas de sangue. Pegou uma pequena sacola, do banco de trás do veículo. Abriu o vidro do carro e driblando a enxurrada conseguiu chegar com segurança a uma loja, onde uma jovem atraente, apiedou-se do pobre homem.

– Venha, entre aqui! Meu Deus você quase morreu! – Disse ela.

Carlos apoiou-se na bela e atraente mulher e juntos, caminharam até um local seguro.

Horas depois, a chuva havia passado e deixou tatuado na principal avenida do bairro Gutierrez, as marcas da destruição.

A polícia, em meio a tanta tarefa, tentava compreender como uma pobre mulher, aterrorizada por uma enchente havia sido brutalmente assassinada. Teve o rosto todo dilacerado, igual ao da outra vítima, que havia sido encontrada pela manhã. 

O psicopata, usara como arma, o espelho retrovisor de um carro roubado, abandonado no meio da avenida.  O mesmo carro que havia sido visto na cena do outro crime.

Só não conseguiam entender, o porque os olhos das vítimas foram arrancados.

Conto do Fantastiverso – Capítulo 2

Este conto é uma proposta do meu grupo literário Fantastiverso, afim de divulgar nosso trabalho e nossos livros.  Sinopse: O anjo caído Samael está reunindo um exército composto de criaturas sobrenaturais. Os anjos tentarão impedi-lo. Mas descobrirão que o único sentimento mais … Continue lendo