novembro 27

Experiência

Olá Amigos do blog!

Hoje venho aqui para compartilhar um pouco mais da experiência do Caminho de Santiago Editorial.

Para quem vem acompanhando os últimos posts, estão sabendo que estou a procura de uma boa editora. Confesso que já tive propostas interessantes de editoras de pequeno porte.

 Juro que não tenho nada contra essas editoras — cada um ganha seu pão como lhe aprouver—, mas desta vez, quem me conhece sabe que estou à procura de uma editora com boa distribuição,  com custo zero para publicação e acima de tudo, procuro um editor parceiro.

Publicar é fácil. Qualquer um pode ter seu livro impresso ou convertido em e-book.  Agora ver seu livro bem distribuído nas livrarias é outros quinhentos, ainda mais no Brasil, onde a maioria das editoras valorizam autores internacionais, por razões exaustivamente já discutidas nesse blog.

O fato é que essa espera — para muitos, insuportável — mudou muito minha forma de pensar. Tornou-me mais paciente, presenteou-me com a oportunidade para ler novos livros e acima de tudo, mudou meu gênero literário de escrita — Fiquem tranquilos que ainda continuo com suspense, porém entrando fortemente no gênero de terror —, mas não terror espirra sangue pra todo lado, mas sim, um terror inteligente, dedutivo e carregado de suspense.

O motivo desta mudança foi que percebi que meus leitores ficaram apaixonados com o livro Faces de um Anjo, e nele, diga-se de passagem, havia algumas cenas ensanguentadas.

Tenho aproveitado essa espera de resposta de boas editoras, para trabalhar em dois livros ao mesmo tempo e isso tem me consumido algumas horas de meu já escasso tempo e desfocado a preocupação e ansiedade de resposta por parte das editoras.


A minha grande preocupação, vendo o lado clínico da situação — e isso não consigo cegar esse olhar médico—, é o conflito envolvido nessas “avaliações de originais”, sobre o lado psicológico de cada autor que submete um original para “avaliação”. O tempo e a recusa, pode feri-lo gravemente e as vezes transformar um autor — Dr. Jekill— num Mr. Hide.

Então meu conselho aos autores iniciantes é que enviem seus originais para editoras e esqueçam. Preocupe-se em escrever outros livros e lhes asseguro que quando menos esperaram, seu celular irá tocar ou haverá um e-mail solicitando seu contato para assinar o contrato de publicação. Se isso não acontecer, envie o livro que está escrevendo e assim sucessivamente.

A mensagem de hoje é:

“Não desistam de seus sonhos. E lógico que quanto maior o sonho, mais longo o caminho, porém jamais inatingível.”

Um forte abraço a todos!
novembro 22

Por que continuar

Quero iniciar esta coluna pedindo desculpas pelo meu sumiço abrupto, mas creio que muitos sabem o motivo para tal. Meu marido faleceu no dia 25 de outubro, após uma semana na UTI. Tinha apenas trinta anos, era professor da escola municipal de música Hugo Belézia. Foi algo repentino, uma crise de asma que se agravou e levou a uma parada cardíaca. Algo trágico e inesperado.
Quem já passou por uma história de luto sabe como é difícil este momento. Como é difícil aceitar e retomar a vida. Ele me deixou uma filha linda, de seis anos e é por ela que devo continuar lutando todos os dias. Eu achei, num primeiro momento, que jamais conseguiria escrever de novo. Afinal, ele era meu maior fã, meu crítico, meu revisor, meu vendedor e marqueteiro. Era o maior entusiasta da minha arte. Lia todos os meus textos, todos os artigos, indicava o que mudar, o que aprimorar. Como continuar sem ele? Sem seu apoio, sem sua companhia?
Hoje olho para Refúgio, meu terceiro livro, ainda inacabado, que ele nunca irá ler e sinto o coração apertar, as lágrimas encherem meus olhos.
Muitos amigos e familiares tentam me consolar, animar, apoiar. É claro que jamais será o mesmo. Mas dentre tantos conselhos que ouvi, houve um que me fez refletir, um amigo me aconselhou: “Tenta pensar no que ele ensinou de bom pra você.”
Mauricio me ensinou muitas coisas, mas dentre todas elas, uma foi muito especial: Ele me ensinou a sonhar e a correr atrás desses sonhos. Ele me ensinou que o que realmente importa nesta vida é ser feliz fazendo o que se ama. E é o que muitos amigos têm afirmado para mim e que tem me dado muita força neste momento é que Mauricio estava profundamente feliz pela primeira vez na vida. Fazia o que amava, morava numa cidade que ele adorava e tinha uma família que ele amava muito e que o amava na mesma medida.

É por isso que eu me propus a não desistir. Ele não iria querer que eu desistisse. Vou continuar a escrever, a viver o meu sonho. A literatura sempre foi um alento para mim. Agora será ainda mais. E sei que onde quer que ele esteja, continuará torcendo por mim e me inspirando a escrever lindas histórias de amor, pois só pode escrever uma história de amor quem viveu uma intensamente e eu, graças a Deus, tive a oportunidade de viver uma com o Mauricio, a maior e a mais definitiva da minha vida.   
novembro 12

A importância da Revisão

Olá Amigos do Blog!
Bem, hoje vamos falar um pouco sobre a importância da revisão gramatical.
Recebo diversas perguntas no e-mail, sobre quando é o momento ideal para fazer a revisão ou se a revisão é por conta da editora.
Cada autor tem uma forma de pensar. Porém, para aqueles que levam a publicação a sério sabemos que o mais importante quando enviamos um original para uma editora, é importantíssimo que seu livro já tenha sido revisado por um profissional do livro. Pense da seguinte forma, quem que nunca encontrou um erro gramatical em um livro? Já tive oportunidade de ver autores serem crucificados por causa da danada da revisão. É ruim, você estar no meio da leitura de um livro e encontrar a “aeromossa”. Isso é de matar e conheço muitos leitores que abandonam a leitura por excesso de erros.
Ah, mas a editora faz a revisão. Com certeza. Uma editora séria que respeite seu nome, jamais irá querer colocar no mercado livros com erros grosseiros. É o mesmo que você ter um açougue e querer vender carne vencida. É certo que seus clientes / leitores irão lhe abandonar.
Concordo que nenhum escritor obrigatoriamente tem que ser um professor Pasquale na língua portuguesa, mas vocês não imaginam as atrocidades gramaticais que já deparei em alguns livros. Porém, no meu caso sei que a culpa não é do autor, e sim do revisor, que avaliou o livro e comeu muitos pastéis  — *pastéis nesse caso se referem a erros que o revisor deixou passar por não ter visto —, só que infelizmente, muitos leitores irão condenar o autor.
Comigo aconteceu algo interessante quando escrevi um de meus livros — mostro a cena, mas não revelo o nome dos personagens kkkkk —, pois um de meus leitores trabalhava na área de revisão gramatical e ele encontrou uma monstruosidade de erros que passaram por duas revisões prévias em uma de minhas publicações.
Para os que me conhecem e sabem que aprendo com o erros, obviamente me aliei ao revisor e desde então tenho encaminhado originais para revisão gramatical dos olhos certeiros do Plácido Rodrigues — e lhes garanto que quando ele correr os olhos neste post escrito em azul, ele irá encontrar uma fartura deles.
Quem tiver um original em mãos e quiser entrar em contato para ser avaliado pelos olhos críticos do Plácido é só entrar em contato.
Coloquei no mesmo post algumas pertinentes que ele achou importante agregar a esse post.

  

Sobre o revisor:

Plácido Rodrigues é formado em Letras pela UnG (Universidade Guarulhos) e pós-graduado pela PUC-SP em Língua Portuguesa, com ênfase na análise de diálogos literários e na representação da oralidade em textos escritos.

 

  1. Quem deve contratar um revisor?

Mesmo um revisor deve submeter seu escrito à revisão, feita por outro profissional. Tentar revisar o que escrevemos pode ser algo que não funcione, pois, naturalmente, as idéias e construções frasais estarão tão enraizadas em nossa mente que os detalhes, como acento, pontuação, concordâncias verbais e nominais, coesão, coerência passarão despercebidos. Claro que o escritor deve reler e aprimorar seu texto quantas vezes julgar necessário, mas ainda assim deve submetê-lo ao crivo de um profissional.

 

  1. Por que contratar uma revisão?

 Um texto bem redigido, com mensagens claras, é o ponto crucial para o sucesso do seu conteúdo e, consequentemente, o sucesso do escritor.

 

  1. Como a revisão é feita?

A revisão é feita tendo como base a norma culta da língua, respeitando o estilo de redigir do escritor, sobretudo em textos literários, que têm um caráter naturalmente estético. Todo o trabalho é feito baseado no NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO da Língua Portuguesa.

A revisão é dividida em duas partes fundamentais.

Ø  PRIMEIRA: Analisa as questões ortográficas, coesão entre os termos, concordâncias, regências verbal e nominal, pontuação, colocação pronominal, acentuação gráfica, uso da crase etc.

Ø  SEGUNDA:  Analisa a coerência textual, repetição de palavras, ambiguidades, trechos truncados, o uso inadequado de vocábulos, dentre outros problemas que tornam a leitura arrastada e dificultosa. Também é feita uma preparação do texto, ou seja, sua estrutura visual: escolha de fontes, espaços entre linhas, dentre outras coisas.

Essas duas partes da revisão são feitas concomitantemente, sempre visando à clareza da mensagem. Automaticamente, o revisor corrige e prepara o texto, sempre respeitando o estilo do autor e o conteúdo da mensagem, buscando sua clareza e valorização do emprego adequado da Língua Portuguesa.

  1. O texto literário

É importante salientar que  o texto literário tem uma função estética, portanto sua revisão tem de levar em conta o que o autor pretendeu com o tipo de linguagem utilizada, e não simplesmente corrigi-la gramaticalmente. Em virtude de os diálogos literários serem uma tentativa de criação dos diálogos reais, haverá neles recursos orais que estão sendo representados pela escrita, como gírias, falta de concordância, repetição de palavras, frase truncadas, mas isso pode ser apenas um recurso estético, que embora se pense que não, enriquecem o texto literário, demarcando o status social das personagens e a época em que se passa o fato narrado no texto. Portanto, se assim o cliente o desejar, tais recursos serão mantidos.

5.      Materiais consultados na revisão.

Um revisor não é uma gramática ambulante. Tampouco domina todas as regras da Língua Portuguesa. Porém, é um profissional que trabalha para deixar clara a mensagem do texto e, para tal, vale-se de seus conhecimentos gramaticais e de recorrentes consultas e pesquisas. A seguir alguns dos materiais que mais consulto:

Ø  Dicionário Prático de Regência Verbal, de Celso Luft

Ø  Dicionário Prático de Regência Nominal, de Celso Luft

Ø  Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP)

Ø  Dicionário Houaiss

Ø  Dicionário Aurélio

Ø  Nova Gramática do Português Contemporâneo, Celso Cunha e Lindley Cintra

Ø  Moderna Gramática Portuguesa, Evanildo Bechara

Ø  Só vírgula, Maria Tereza de Queiroz Piacentini

Ø  Dentre outros materiais.
 

Entre em contato e faça um orçamento sem compromisso.

E-mail: revisorplacido@yahoo.com.br


 
novembro 2

Decepções de um lado, escrita a parte.


Olá Amigos do blog.
Bem, estou de volta trazendo algumas novidades.
Primeiramente anuncio a vocês, que continuo oficialmente – e espero que “momentaneamente”  – sem teto editorial por um tempo indeterminado. 
Isso não quer dizer que vou parar de escrever. Isso só vai acontecer quando eu fechar meus olhos para a eternidade; então, enquanto isso não acontece vocês irão ver muitos livros meus rodando por aí.
Um escritor jamais deixa de escrever. Isso é fato. 
Apesar de todas as turbulências editoriais pelas quais estou passando, em nenhum momento parei de escrever e por incrível que pareça, isso está me fortalecendo. Percebi que meus textos estão mais maduros e principalmente minha forma de escrita mudou por completo. Posso lhe assegurar, que vocês irão se surpreender com minhas próximas publicações.
Hoje passeando pelo facebook, tenho percebido a grande insatisfação de diversos escritores com o mercado editorial brasileiro. De fato, compreendo a dor de cada autor, e é certo que cada um tem a sua cicatriz. Porém não desistam! Continuem a escrever. A publicação será uma consequência, cedo ou tarde.
Neste período de estresse literário, encontrei refugio na amazon.com
Lá vocês irão encontrar algumas publicações de minha autoria no formato kindle e podem perceber, que com toda a adversidade e correria que tenho – trabalho em média 64 horas semanais -, em nenhum momento parei de escrever. Pelo contrário, tenho lido e cada vez mais, e cada dia, tenho aprimorado e aperfeiçoado minha técnica de escrita.
Outra novidade é que sempre fui fã das obras de Dan Brown, porém, nunca escondi de vocês que sempre achei Robert Langdon um personagem plástico. Pelo menos pelo que aprendi nas aulas do MIT de desenvolvimento de personagem, e pelo que podemos perceber nos livros de técnicas; o personagem no início do livro jamais será o mesmo do final do livro. Ele passa por um carrossel de emoções, conflitos, decisões e desastres. Te pergunto, se um dia você for sequestrado, você acha que no dia seguinte e nos dias que se sucederão, você irá agir da mesma forma? É óbvio que não.
O fato é que continuo sendo fã de Dan Brown e acredito que jamais deixarei de sê-lo. Por outro lado tive a oportunidade de ler alguns livros de Stephen King. Ele simplesmente é um gênio e perfeccionista em sua arte de escrever. Confesso que ele ocupou o lugar que Dan Brown outrora ocupava em meu pedestal de autores venerados, ao lado de JJ Benitez – que por sinal tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, ou já se esqueceram das fotos que tirei por aqui com ele?
Acredito que conhecer Stephen King, será meio impossível, mas para este pobre escritor que desde os 14 anos sonhava em conhecer Benitez, o sonho se realizou, e a partir desse dia, comecei a acreditar que nada é impossível.
Agora, aproveito para deixar o link de meu novo livro na versão kindle: O Último Pedido.
Também em especial, gostaria muito de agradecer o escritor e revisor Plácido Rodrigues pelo belíssimo trabalho de revisão gramatical, e principalmente por ele não ter se preocupado apenas com o texto e também com a coerência da estória. Me orgulho em poder trabalhar ao lado de excelentes profissionais.
Detalhe: As capas são de minha autoria. Dá pro gasto não?
Quem se interessar é só clicar nas imagens. 
Um forte abraço a todos!
SINÓPSE:

Durante a viagem de lua de mel, um jovem casal sofre um acidente em um voo para o Rio de Janeiro, caindo em algum lugar do oceano Atlântico. A deriva, com poucos recursos um casal terá que lutar pela sobrevivência.
Vivendo em um ambiente adverso, questões serão colocadas em xeque onde poderão encontrar a resposta para uma nova dimensão do verdadeiro amor.


R$ 2,91

SINÓPSE

Um livro com reflexões sobre a vida, morte, alegrias, tristezas, preconceitos e até mesmo sobre fatos inexplicáveis.
A maior parte dos textos foram premiados em antologias nacionais e internacionais, com excelente aclamação dos mais variados e exigentes leitores.


R$ 2,17