junho 12

SKYNET – NEURAL NET BASED ARTIFICIAL INTELLIGENCE

SKYNET – NEURAL NET-BASED ARTIFICIAL INTELLIGENCE

Olá Amigos do blog!
Desde minha tenra infância, venho acompanhando a evolução tecnológica e confesso que sou apaixonado por ela.
Desde o surgimento do primeiro computador – que para quem se lembra usava fita *K7 como mídia de armazenamento   preto e branco, com teclas de borracha onde na época tínhamos que nos virar sem o Windows e éramos obrigados a apreender linguagem de programação − Basic, Linguagem de Máquina − até a evolução para os ultrabooks, tablets e smartphones.
Quando assisti o filme O Exterminador do Futuro, vi que retratava um futuro distante dominado pelas máquinas , em especial a Skynet  que visava a extinção da raça humana em prol da supremacia das máquinas com Inteligência Artificial.
Fundamentado no filme um futuro apocalíptico nos aguardava, porém, em meio a tanta evolução lamento informar que já fomos dominados pelas máquinas.
Sim, smartphones, redes sociais, e Internet – que hoje guarda os dados mundiais e até as suas informações na “cloud”.
A propósito, vocês já pararam para pensar o quanto a palavra internet é similar a skynet?
Joseph Campbell já retratava em seus livros sobre mitologia primitiva a necessidade do homem de se comunicar e transmitir suas estórias e crenças coletivas / mitos. A internet transformou-se na melhor ferramenta para que isso tornasse possível. Em qualquer parte do mundo você pode ler essas palavras.
Se eu fosse um sábio e um dia me perguntassem: Hermes, então porque você diz que a internet não exerce o papel para qual foi criada?
A resposta é simples: Nós somos escravos de nós mesmos e principalmente de nossas emoções e desejos.
Sempre procuramos o caminho mais fácil. Ao invés de ler, preferimos assistir ao filme; ao invés de cozinhar, ir ao restaurante;  ao invés de amar, CURTIR e ao invés de viver, optamos por assassinar nossas emoções −  e isso temos feito regularmente sob o domínio da poderosa Skynet ou Internet – como preferir.
Essa bola de neve tende a crescer cada vez mais e estamos sendo esmagados por ela sem percebermos e muitos só irão se dar conta do que está acontecendo quando for tarde demais.
Um amigo me contou que certo dia estava usando antiga máquina de escrever e o filho quando viu o rudimentar instrumento o surpreendeu com a resposta: “Pai, que maluco! Você digita e ela imprime!”
O fato é que as crianças já estão sendo absorvida por esse mundo desde pequenos; seja pelos tablets, smarthphones, notebooks, pcs, etc…
Já venho percebendo isso à longo tempo e principalmente por ter feito  meu filho ficar longe desse mundo virtual por 02 semanas –  pois ele estava usando o smarthphone  durante a aula no colégio e foi advertido pela escola.
Nessa primeira semana que o resgatei desse mundo pude vê-lo brincar com o filhote de cachorro; fazer bagunça com a irmã e pegar um livro para ler e jogarmos ótimas partidas de xadrez.  Um dia antes de escrever este artigo − que acabou atrasando pois eu estava envolto em uma terrível batalha de titãs utilizando-se das almofadas da sala junto com meus filhos, pois nosso reino havia sido abandonado pela rainha – minha esposa havia ido trabalhar – e estava prestes a ser conquistado por poderosos dragões –; pude perceber que existe um mundo real fora da Caverna de Platão.
O meu medo é simples… Se internet/ skynet que ainda não tem consciência já é capaz de nos escravizar, o que será da humanidade quando ela despertar a consciência e descobrir o imenso poder que detêm?

Só espero que até lá ao menos a skynet não envie nenhum exterminador para me destruir por causa dessas palavras e se algo me acontecer daqui para frente, vocês já sabem quem culpar e “se cuidem” pois finalmente “ela” despertou.

Um forte abraço a todos.
Hermes M. Lourenço



* Para a nova geração segue a foto da fita K7, que nada mais era do que A fita cassete ou compact cassette é um padrão de fita magnética para gravação de áudio. Em outras palavras: aquela portinha que você vê no som da vovó/ vovô e não sabe para que serve…kkkk… veja a foto abaixo.

 

 
junho 12

SKYNET – NEURAL NET BASED ARTIFICIAL INTELLIGENCE

SKYNET – NEURAL NET-BASED ARTIFICIAL INTELLIGENCE

Olá Amigos do blog!
Desde minha tenra infância, venho acompanhando a evolução tecnológica e confesso que sou apaixonado por ela.
Desde o surgimento do primeiro computador – que para quem se lembra usava fita *K7 como mídia de armazenamento   preto e branco, com teclas de borracha onde na época tínhamos que nos virar sem o Windows e éramos obrigados a apreender linguagem de programação − Basic, Linguagem de Máquina − até a evolução para os ultrabooks, tablets e smartphones.
Quando assisti o filme O Exterminador do Futuro, vi que retratava um futuro distante dominado pelas máquinas , em especial a Skynet  que visava a extinção da raça humana em prol da supremacia das máquinas com Inteligência Artificial.
Fundamentado no filme um futuro apocalíptico nos aguardava, porém, em meio a tanta evolução lamento informar que já fomos dominados pelas máquinas.
Sim, smartphones, redes sociais, e Internet – que hoje guarda os dados mundiais e até as suas informações na “cloud”.
A propósito, vocês já pararam para pensar o quanto a palavra internet é similar a skynet?
Joseph Campbell já retratava em seus livros sobre mitologia primitiva a necessidade do homem de se comunicar e transmitir suas estórias e crenças coletivas / mitos. A internet transformou-se na melhor ferramenta para que isso tornasse possível. Em qualquer parte do mundo você pode ler essas palavras.
Se eu fosse um sábio e um dia me perguntassem: Hermes, então porque você diz que a internet não exerce o papel para qual foi criada?
A resposta é simples: Nós somos escravos de nós mesmos e principalmente de nossas emoções e desejos.
Sempre procuramos o caminho mais fácil. Ao invés de ler, preferimos assistir ao filme; ao invés de cozinhar, ir ao restaurante;  ao invés de amar, CURTIR e ao invés de viver, optamos por assassinar nossas emoções −  e isso temos feito regularmente sob o domínio da poderosa Skynet ou Internet – como preferir.
Essa bola de neve tende a crescer cada vez mais e estamos sendo esmagados por ela sem percebermos e muitos só irão se dar conta do que está acontecendo quando for tarde demais.
Um amigo me contou que certo dia estava usando antiga máquina de escrever e o filho quando viu o rudimentar instrumento o surpreendeu com a resposta: “Pai, que maluco! Você digita e ela imprime!”
O fato é que as crianças já estão sendo absorvida por esse mundo desde pequenos; seja pelos tablets, smarthphones, notebooks, pcs, etc…
Já venho percebendo isso à longo tempo e principalmente por ter feito  meu filho ficar longe desse mundo virtual por 02 semanas –  pois ele estava usando o smarthphone  durante a aula no colégio e foi advertido pela escola.
Nessa primeira semana que o resgatei desse mundo pude vê-lo brincar com o filhote de cachorro; fazer bagunça com a irmã e pegar um livro para ler e jogarmos ótimas partidas de xadrez.  Um dia antes de escrever este artigo − que acabou atrasando pois eu estava envolto em uma terrível batalha de titãs utilizando-se das almofadas da sala junto com meus filhos, pois nosso reino havia sido abandonado pela rainha – minha esposa havia ido trabalhar – e estava prestes a ser conquistado por poderosos dragões –; pude perceber que existe um mundo real fora da Caverna de Platão.
O meu medo é simples… Se internet/ skynet que ainda não tem consciência já é capaz de nos escravizar, o que será da humanidade quando ela despertar a consciência e descobrir o imenso poder que detêm?

Só espero que até lá ao menos a skynet não envie nenhum exterminador para me destruir por causa dessas palavras e se algo me acontecer daqui para frente, vocês já sabem quem culpar e “se cuidem” pois finalmente “ela” despertou.

Um forte abraço a todos.
Hermes M. Lourenço



* Para a nova geração segue a foto da fita K7, que nada mais era do que A fita cassete ou compact cassette é um padrão de fita magnética para gravação de áudio. Em outras palavras: aquela portinha que você vê no som da vovó/ vovô e não sabe para que serve…kkkk… veja a foto abaixo.

 

 
junho 12

Conto do Fantastiverso: Capítulo 5

Samael olhou o horizonte pensando em como fora fácil convencer Pietro. Sua guerra começaria em breve e estava confiante de sua vitória. Tinha a seu lado, além de outros anjos, vampiros e em breve sugadores de energia. Ouvira falar muito neles anos antes, mas sem nunca ter a plena certeza de que eram reais, e se o eram, como e onde viviam. Não lhe restava muitas escolhas a não ser alçar voo para a cidade de um garoto chamado Gabe. Sabia que mesmo que não estivesse no caminho certo, o moleque poderia lhe dar respostas dos verdadeiros sugadores.
Não soube por quantos minutos ou quantas horas haviam se passado desde de seu encontro com Pietro em São Paulo, contudo, resolveu descer lentamente e planar sobre um bosque esbranquiçado pela neblina que escondia a pequena cidade que procurava.
Pousou. Seus pés tocaram a grama úmida e ele balançou as enormes asas para afastar a fadiga da viagem. Olhou ao redor, ciente de que o que procurava espreitava sua presença, tão surpresos e consternados que Samael riu só de imaginar a feição daquelas criaturas diante de um legitimo anjo da morte.
Eu sei que vocês estão aí… – o anjo disse com voz afável. – Não tenham medo.
Nada além das corujas que piavam distante se fez ouvir. Nem mesmo o respirar ou passos de humanos eram ouvidos.
Temo que não tenhamos tempo para apresentações. – o anjo caminhou lentamente até uma árvore, sabendo que poucos metros depois dela, um rapaz o observava. – Vamos! Preciso de vocês.
Os passos fofos sobre a terra e as folhas foram ouvidos e o anjo se virou lentamente, encontrando próximo de si um jovem de cabelos claros que, de aparência sisuda o mediu com desprezo e depois sorriu.
O que é você? – Danny perguntou desconfiado.
Eu é que deveria fazer tal pergunta, moleque.
Não vejo razões para nos tratar como moleques. – uma segunda voz surgiu por entre as árvores. Gabe se aproximava também, os olhos tomados pelo branco da fome de energia. – Você tem a mesma aparência que a nossa.
Sou Samael, um jinni. Já vivi muitos anos além dos que vocês dois já viveram. Apesar de não estar muito certo, creio que eu tenha sido o responsável pela “criação” de vocês, visto que sou “pai” dos súcubos e íncubos, dos quais, acredito que vocês descendam.  
E quais as razões de sua vinda até aqui? Esse fim de mundo… – Danny sorriu desviando os olhos para o ambiente.
Estamos para entrar em guerra… Uma guerra contra seres que certamente virão atrás de qualquer criatura com dons sobrenaturais, o que inclui vocês.
Não somos seres de fantasia. – Gabe riu – Somos especiais…
Sim. – Samael abriu seu lustroso sorriso. – Assim como os vampiros também se acham “especiais”. – e fez sinal de aspas com as mãos e cheio de sarcasmo nos olhos.
Você disse vampiros? – o sorriso frouxo de Danny se desfez e ele pousou sua feição dura em Gabe como se trocassem pensamentos.
Não sei qual o problema de vocês com os sugadores de sangue… – Samael voou repentinamente até uma árvore baixa e de lá observou a cara dos dois jovens.
Digamos que às vezes eles gostam de sugar a energia das pessoas… Assim como nós. – Gabe se aproximou mais, sentindo-se confiante diante do jinni.
Hum… E digamos que eu possa proporcionar a vocês uma revanche depois de nosso embate? – Samael viu vantagem ali. Poder oferecer uma batalha dos sugadores de energia contra os sugadores de sangue. Seria épico.
– O que me diz Gabe? – Danny riu. A vontade de voltar a lutar crescendo em seu peito, rasgando-lhe a alma.
Não sei se os outros vão aceitar. – Gabe estranhou sua prudência. Nunca lutara contra vampiros, apesar de quando menino, ter presenciado uma luta sangrenta entre seu líder e o líder vampiro do país.
Eles não vão recusar a possibilidade de vingança. – Danny cuspiu as palavras fumegantes no chão.
—Estou  gostando de ver. – Samael bateu palmas e riu mais alto. – Só não digam que eu ofereci isso como pagamento. Sabem como são os vampiros…
Então Samael…  – Gabe parou para pensar. – Conte-nos mais sobre essa guerra que está vindo.

junho 12

Conto do Fantastiverso: Capítulo 5

Samael olhou o horizonte pensando em como fora fácil convencer Pietro. Sua guerra começaria em breve e estava confiante de sua vitória. Tinha a seu lado, além de outros anjos, vampiros e em breve sugadores de energia. Ouvira falar muito neles anos antes, mas sem nunca ter a plena certeza de que eram reais, e se o eram, como e onde viviam. Não lhe restava muitas escolhas a não ser alçar voo para a cidade de um garoto chamado Gabe. Sabia que mesmo que não estivesse no caminho certo, o moleque poderia lhe dar respostas dos verdadeiros sugadores.
Não soube por quantos minutos ou quantas horas haviam se passado desde de seu encontro com Pietro em São Paulo, contudo, resolveu descer lentamente e planar sobre um bosque esbranquiçado pela neblina que escondia a pequena cidade que procurava.
Pousou. Seus pés tocaram a grama úmida e ele balançou as enormes asas para afastar a fadiga da viagem. Olhou ao redor, ciente de que o que procurava espreitava sua presença, tão surpresos e consternados que Samael riu só de imaginar a feição daquelas criaturas diante de um legitimo anjo da morte.
Eu sei que vocês estão aí… – o anjo disse com voz afável. – Não tenham medo.
Nada além das corujas que piavam distante se fez ouvir. Nem mesmo o respirar ou passos de humanos eram ouvidos.
Temo que não tenhamos tempo para apresentações. – o anjo caminhou lentamente até uma árvore, sabendo que poucos metros depois dela, um rapaz o observava. – Vamos! Preciso de vocês.
Os passos fofos sobre a terra e as folhas foram ouvidos e o anjo se virou lentamente, encontrando próximo de si um jovem de cabelos claros que, de aparência sisuda o mediu com desprezo e depois sorriu.
O que é você? – Danny perguntou desconfiado.
Eu é que deveria fazer tal pergunta, moleque.
Não vejo razões para nos tratar como moleques. – uma segunda voz surgiu por entre as árvores. Gabe se aproximava também, os olhos tomados pelo branco da fome de energia. – Você tem a mesma aparência que a nossa.
Sou Samael, um jinni. Já vivi muitos anos além dos que vocês dois já viveram. Apesar de não estar muito certo, creio que eu tenha sido o responsável pela “criação” de vocês, visto que sou “pai” dos súcubos e íncubos, dos quais, acredito que vocês descendam.  
E quais as razões de sua vinda até aqui? Esse fim de mundo… – Danny sorriu desviando os olhos para o ambiente.
Estamos para entrar em guerra… Uma guerra contra seres que certamente virão atrás de qualquer criatura com dons sobrenaturais, o que inclui vocês.
Não somos seres de fantasia. – Gabe riu – Somos especiais…
Sim. – Samael abriu seu lustroso sorriso. – Assim como os vampiros também se acham “especiais”. – e fez sinal de aspas com as mãos e cheio de sarcasmo nos olhos.
Você disse vampiros? – o sorriso frouxo de Danny se desfez e ele pousou sua feição dura em Gabe como se trocassem pensamentos.
Não sei qual o problema de vocês com os sugadores de sangue… – Samael voou repentinamente até uma árvore baixa e de lá observou a cara dos dois jovens.
Digamos que às vezes eles gostam de sugar a energia das pessoas… Assim como nós. – Gabe se aproximou mais, sentindo-se confiante diante do jinni.
Hum… E digamos que eu possa proporcionar a vocês uma revanche depois de nosso embate? – Samael viu vantagem ali. Poder oferecer uma batalha dos sugadores de energia contra os sugadores de sangue. Seria épico.
– O que me diz Gabe? – Danny riu. A vontade de voltar a lutar crescendo em seu peito, rasgando-lhe a alma.
Não sei se os outros vão aceitar. – Gabe estranhou sua prudência. Nunca lutara contra vampiros, apesar de quando menino, ter presenciado uma luta sangrenta entre seu líder e o líder vampiro do país.
Eles não vão recusar a possibilidade de vingança. – Danny cuspiu as palavras fumegantes no chão.
—Estou  gostando de ver. – Samael bateu palmas e riu mais alto. – Só não digam que eu ofereci isso como pagamento. Sabem como são os vampiros…
Então Samael…  – Gabe parou para pensar. – Conte-nos mais sobre essa guerra que está vindo.