junho 27

 
 
 
 
 
 
 
 
Sob a inspiração de Borges
 
  A rua é devassada e é devassa.
  A luz no interior da casa
  A ela se contrapõe
Com um silêncio em tudo,
Por onde o homem passa.
Os livros tranqüilizam o mundo,
Assim falava Borges diante
Da biblioteca invisível
Cuja cegueira acariciava
Livro a livro,
A palavra humana.
Borges está no homem
Que manuseia os livros
Com a deferência de
Um nobre diante de seu rei.
Borges guia o homem
Em seu trajeto,
E cada livro perdido,
Mendigo, expropriado,
É trazido à calma
Das estantes
Quando por fim
É serenado.
 

                        Eulàlia Jordà-Poblet


junho 27

 
 
 
 
 
 
 
 
Sob a inspiração de Borges
 
  A rua é devassada e é devassa.
  A luz no interior da casa
  A ela se contrapõe
Com um silêncio em tudo,
Por onde o homem passa.
Os livros tranqüilizam o mundo,
Assim falava Borges diante
Da biblioteca invisível
Cuja cegueira acariciava
Livro a livro,
A palavra humana.
Borges está no homem
Que manuseia os livros
Com a deferência de
Um nobre diante de seu rei.
Borges guia o homem
Em seu trajeto,
E cada livro perdido,
Mendigo, expropriado,
É trazido à calma
Das estantes
Quando por fim
É serenado.
 

                        Eulàlia Jordà-Poblet


junho 25

Imagem

 
Uma imagem vale por mil palavras…

junho 25

Imagem

 
Uma imagem vale por mil palavras…

junho 18

Resenha: Lua Azul

Sinopse – Lua Azul – Os Imortais – Livro 2 – Alyson Noël

Ever é agora uma imortal. Iniciada nesse mundo desconhecido e sedutor por seu eterno amado, Damen, está empenhada em conhecer e dominar suas novas habilidades, mas algo terrível começa a acontecer. Acometido por uma doença misteriosa que ameaça, inclusive, sua memória, Damen não percebe que seus poderes se estão esvaindo – enquanto Ever se sente cada vez mais forte.

Desesperada para salvá-lo, ela viaja até a dimensão mística de Summerland, onde não apenas toma conhecimento da misteriosa história de Damen, brutal e torturante, mas também tem acesso aos segredos que regem o Tempo.

Com a lua azul que se aproxima, anunciando uma oportunidade única de se projetar para o passado ou para o futuro, Ever é forçada a decidir entre voltar no tempo e impedir o acidente que tirou a vida de toda a sua família ou ficar no presente e salvar Damen, que parece definhar a cada dia.


Resenha:
Conhecem aquele ditado: Nada é tão ruim que não possa piorar?
Pois é, isso é o que senti ao ler Lua Azul, o livro dois da série Os Imortais. Para Sempre, o primeiro livro, havia sido mediano e até que “dava pra levar”, mas Lua Azul é absolutamente intragável. Sabe aquele livro que você lê até o final só para poder falar mal com mais propriedade? Foi isso que aconteceu comigo.
O livro é um verdadeiro desastre. Previsível, maçante, enjoativo. Logo no primeiro capítulo você já sabe exatamente o que vai acontecer, quem é o vilão e o que o motiva. E não adianta  ler até o final achando que está enganado. Você não está.  Gente, me poupe, quem não sabia que a Ava não prestava, que o Roman é o vilão, um imortal criado por Damen, ex de Drina? Faça-me o favor, é subestimar demais a minha inteligência. E a Ever, então? Achei que ela não poderia ficar mais fútil, mais idiota, mais insegura, mais chata do que no primeiro livro, mas oh sim, ela fica sim. Absolutamente insuportável. Não acredito que essa série já tem sete livros publicados e ainda não acabou. Quem aguentaria ler mais daquilo? Seguramente eu que não. O pior é que agora fiquei com um problema nas mãos: Que fazer com os seis livros da série que estão aqui, entulhando minha estante? Faço uma promoção, troco no skoob, dou de presente para aquela pessoa que eu não vou com a cara (rs)?
Enfim pessoas, ouçam meu conselho: NUNCA, JAMAIS, EM TEMPO ALGUM leiam Lua Azul. Seu bom humor seguramente agradece.
junho 18

Resenha: Lua Azul

Sinopse – Lua Azul – Os Imortais – Livro 2 – Alyson Noël

Ever é agora uma imortal. Iniciada nesse mundo desconhecido e sedutor por seu eterno amado, Damen, está empenhada em conhecer e dominar suas novas habilidades, mas algo terrível começa a acontecer. Acometido por uma doença misteriosa que ameaça, inclusive, sua memória, Damen não percebe que seus poderes se estão esvaindo – enquanto Ever se sente cada vez mais forte.

Desesperada para salvá-lo, ela viaja até a dimensão mística de Summerland, onde não apenas toma conhecimento da misteriosa história de Damen, brutal e torturante, mas também tem acesso aos segredos que regem o Tempo.

Com a lua azul que se aproxima, anunciando uma oportunidade única de se projetar para o passado ou para o futuro, Ever é forçada a decidir entre voltar no tempo e impedir o acidente que tirou a vida de toda a sua família ou ficar no presente e salvar Damen, que parece definhar a cada dia.


Resenha:
Conhecem aquele ditado: Nada é tão ruim que não possa piorar?
Pois é, isso é o que senti ao ler Lua Azul, o livro dois da série Os Imortais. Para Sempre, o primeiro livro, havia sido mediano e até que “dava pra levar”, mas Lua Azul é absolutamente intragável. Sabe aquele livro que você lê até o final só para poder falar mal com mais propriedade? Foi isso que aconteceu comigo.
O livro é um verdadeiro desastre. Previsível, maçante, enjoativo. Logo no primeiro capítulo você já sabe exatamente o que vai acontecer, quem é o vilão e o que o motiva. E não adianta  ler até o final achando que está enganado. Você não está.  Gente, me poupe, quem não sabia que a Ava não prestava, que o Roman é o vilão, um imortal criado por Damen, ex de Drina? Faça-me o favor, é subestimar demais a minha inteligência. E a Ever, então? Achei que ela não poderia ficar mais fútil, mais idiota, mais insegura, mais chata do que no primeiro livro, mas oh sim, ela fica sim. Absolutamente insuportável. Não acredito que essa série já tem sete livros publicados e ainda não acabou. Quem aguentaria ler mais daquilo? Seguramente eu que não. O pior é que agora fiquei com um problema nas mãos: Que fazer com os seis livros da série que estão aqui, entulhando minha estante? Faço uma promoção, troco no skoob, dou de presente para aquela pessoa que eu não vou com a cara (rs)?
Enfim pessoas, ouçam meu conselho: NUNCA, JAMAIS, EM TEMPO ALGUM leiam Lua Azul. Seu bom humor seguramente agradece.
junho 17

Booktrailer de Abismo

Hoje venho compartilhar com vocês, novidades do meu segundo livro, intitulado Abismo, que se trata de uma continuação da série Limiar. Ficou pronto o booktrailer dele, com ilustrações de Eddy Khaos e efeitos de Paulo Cezar Pires, do blog Fun’s Hunter.

Confiram!!!

junho 17

Booktrailer de Abismo

Hoje venho compartilhar com vocês, novidades do meu segundo livro, intitulado Abismo, que se trata de uma continuação da série Limiar. Ficou pronto o booktrailer dele, com ilustrações de Eddy Khaos e efeitos de Paulo Cezar Pires, do blog Fun’s Hunter.

Confiram!!!

junho 16

Como escolher um título eficiente para seu livro


Hoje venho falar de uma experiência pessoal que vivi ao publicar meu primeiro livro. Quando escrevi Limiar, estava bem “por fora” do mercado nacional e vinha acompanhando apenas sucessos internacionais tais como Crepúsculo, Fallen e Hush Hush. Devido a isso, quando fui dar um título ao meu livro, julguei que seria interessante escolher um nome impactante, forte, uma palavra pouco usual.
Entretanto, essa minha ideia logo se mostrou falha. Compareci a n palestras onde sempre rolava a pergunta: Mas o que significa “Limiar”? Pois é, quis “enfeitar” tanto que acabei estragando. Pensa comigo: quem vai comprar um livro cujo título nem sabe o que significa?
Alguns me dirão: Bem, se a pessoa não sabe ao menos o que significa Limiar, não vai ler o livro mesmo… Mas isso não é bem real, pois quando escrevi meu livro, pensava justamente naqueles meus alunos que não tem o hábito de ler, que pouco conhecem do universo fantástico. Esmerei-me tanto em escrever um livro bem “didático” para esse público e veja só, pisei na bola justamente no título. Minhas suspeitas vieram a se confirmar na Feira do Livro que aconteceu em minha cidade em novembro do ano passado, quando atuei como organizadora e também como responsável pelo estande da Editora Dracaena. De todos os livros expostos, o que mais chamou a atenção da meninada, levando-as a folhear, ler a sinopse e comprá-lo mesmo sem conhecer a autora ou a editora, foi o livro O Último Beijo. Fiquei curiosa com tal fato e decidi “fazer uma enquete” com as pessoas que apanhavam OUB para analisá-lo. Perguntava, como quem não quer nada: “Por que esse livro chamou sua atenção?”  E a resposta era sempre a mesma: “Por causa do título. Ele é simples, direto, sei exatamente o que esperar deste livro, sei que haverá romance e isso já é o bastante para que eu me interesse por ele.” Quanto ao meu título tão original e elaborado, as pessoas diziam que ele não queria lhes dizer absolutamente nada. Apenas a imagem da capa ajudava, mas mesmo ela não conseguia sugerir que se tratava de um romance.
Nesse mesmo dia, tive a oportunidade de conversar com Carlos Augusto Segato, um escritor experiente e renomado, nascido na mesma cidade que eu, e de quem sou fã desde criança, já tendo lido quase todos os seus títulos. Batemos um papo justamente sobre esse tema e ele me contou que Pedro Bandeira, de quem ele é amigo pessoal, certa vez, mudou o título de um livro diversas vezes até que o mesmo “emplacasse”, pois um título é o mais importante numa história. É ele quem vai chamar a atenção, despertar a curiosidade do público. E cada povo tem uma preferência. Talvez lá fora títulos impactantes funcionem bem, mas aqui no Brasil, ele precisa ser simples, direto e objetivo. Haja visto o exemplo de tantos filmes americanos que ao chegarem aqui recebem títulos totalmente diversos dos originais, tais como My Girl (Minha garota) que aqui foi nomeado Meu primeiro amor ou Sundays at Tiffany’s (Literalmente: Domingo na Tiffany) que aqui chegou como Meu amigo imaginário ou ainda o filme 50 First Dates (literalmente: Cinquenta primeiros encontros) que aqui recebeu o nome de Como se fosse a primeira vez, e por que isso acontece? Será ao acaso? É claro que não. É óbvio que os empresários que trazem esses filmes para o Brasil, sabem muito bem “o que vende” e o que chama a atenção do público brasileiro, por isso fazem tais adaptações, além disso, eles o fazem amparados em amplas e criteriosas pesquisas, além de anos de experiência acumulada.
Mas um pobre autor incauto como eu era pode pensar: Mas a Editora não fará isso? Não, a Editora não fará isso e mais um sem número de coisas que ela deveria fazer. Ao menos não as que trabalham com autores iniciantes, mas isso já é assunto para uma outra postagem, por ora basta que você saiba que não poderá contar com ninguém além de você nesse quesito caro colega, e é por isso que lhe dou este conselho, ao escolher o título de seu livro, seja sucinto, direto e objetivo. Abaixo deixo exemplos muito bem sucedidos de livros que seguiram este padrão:  

 Elaine Velasco é autora da série Limiar, para mais postagens, acesse seu blog: elainevelasco.blogspot.com.br
junho 16

Como escolher um título eficiente para seu livro


Hoje venho falar de uma experiência pessoal que vivi ao publicar meu primeiro livro. Quando escrevi Limiar, estava bem “por fora” do mercado nacional e vinha acompanhando apenas sucessos internacionais tais como Crepúsculo, Fallen e Hush Hush. Devido a isso, quando fui dar um título ao meu livro, julguei que seria interessante escolher um nome impactante, forte, uma palavra pouco usual.
Entretanto, essa minha ideia logo se mostrou falha. Compareci a n palestras onde sempre rolava a pergunta: Mas o que significa “Limiar”? Pois é, quis “enfeitar” tanto que acabei estragando. Pensa comigo: quem vai comprar um livro cujo título nem sabe o que significa?
Alguns me dirão: Bem, se a pessoa não sabe ao menos o que significa Limiar, não vai ler o livro mesmo… Mas isso não é bem real, pois quando escrevi meu livro, pensava justamente naqueles meus alunos que não tem o hábito de ler, que pouco conhecem do universo fantástico. Esmerei-me tanto em escrever um livro bem “didático” para esse público e veja só, pisei na bola justamente no título. Minhas suspeitas vieram a se confirmar na Feira do Livro que aconteceu em minha cidade em novembro do ano passado, quando atuei como organizadora e também como responsável pelo estande da Editora Dracaena. De todos os livros expostos, o que mais chamou a atenção da meninada, levando-as a folhear, ler a sinopse e comprá-lo mesmo sem conhecer a autora ou a editora, foi o livro O Último Beijo. Fiquei curiosa com tal fato e decidi “fazer uma enquete” com as pessoas que apanhavam OUB para analisá-lo. Perguntava, como quem não quer nada: “Por que esse livro chamou sua atenção?”  E a resposta era sempre a mesma: “Por causa do título. Ele é simples, direto, sei exatamente o que esperar deste livro, sei que haverá romance e isso já é o bastante para que eu me interesse por ele.” Quanto ao meu título tão original e elaborado, as pessoas diziam que ele não queria lhes dizer absolutamente nada. Apenas a imagem da capa ajudava, mas mesmo ela não conseguia sugerir que se tratava de um romance.
Nesse mesmo dia, tive a oportunidade de conversar com Carlos Augusto Segato, um escritor experiente e renomado, nascido na mesma cidade que eu, e de quem sou fã desde criança, já tendo lido quase todos os seus títulos. Batemos um papo justamente sobre esse tema e ele me contou que Pedro Bandeira, de quem ele é amigo pessoal, certa vez, mudou o título de um livro diversas vezes até que o mesmo “emplacasse”, pois um título é o mais importante numa história. É ele quem vai chamar a atenção, despertar a curiosidade do público. E cada povo tem uma preferência. Talvez lá fora títulos impactantes funcionem bem, mas aqui no Brasil, ele precisa ser simples, direto e objetivo. Haja visto o exemplo de tantos filmes americanos que ao chegarem aqui recebem títulos totalmente diversos dos originais, tais como My Girl (Minha garota) que aqui foi nomeado Meu primeiro amor ou Sundays at Tiffany’s (Literalmente: Domingo na Tiffany) que aqui chegou como Meu amigo imaginário ou ainda o filme 50 First Dates (literalmente: Cinquenta primeiros encontros) que aqui recebeu o nome de Como se fosse a primeira vez, e por que isso acontece? Será ao acaso? É claro que não. É óbvio que os empresários que trazem esses filmes para o Brasil, sabem muito bem “o que vende” e o que chama a atenção do público brasileiro, por isso fazem tais adaptações, além disso, eles o fazem amparados em amplas e criteriosas pesquisas, além de anos de experiência acumulada.
Mas um pobre autor incauto como eu era pode pensar: Mas a Editora não fará isso? Não, a Editora não fará isso e mais um sem número de coisas que ela deveria fazer. Ao menos não as que trabalham com autores iniciantes, mas isso já é assunto para uma outra postagem, por ora basta que você saiba que não poderá contar com ninguém além de você nesse quesito caro colega, e é por isso que lhe dou este conselho, ao escolher o título de seu livro, seja sucinto, direto e objetivo. Abaixo deixo exemplos muito bem sucedidos de livros que seguiram este padrão:  

 Elaine Velasco é autora da série Limiar, para mais postagens, acesse seu blog: elainevelasco.blogspot.com.br