fevereiro 25

Pensamento da semana



“Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, 

vale a pena ter nascido.”




Fernando Pessoa




fevereiro 21

Uma moeda, uma ideia e um livro.

Olá Amigos do blog!

Hoje, em minhas “andanças” virtuais, me deparei com um e-mail enviado por meu tio e decidi compartilhar este vídeo com vocês.
A grande mensagem deste vídeo que quero transmitir, é que muitas vezes a ideia para escrever um livro surge como uma moeda colocada em um simples chapéu e a medida que você vai escrevendo, novas ideias vão surgindo até que o final… Assistam que vocês irão compreender o que quero dizer.

Ao menos é assim que meu processo criativo funciona.
Um forte abraço a todos!

fevereiro 20

Morrer ou Viver?


Para morrer temos que aprender a viver.
Vejo a morte como uma viagem eterna sem destino. Para os que partem lembranças dos que ficam e para os que ficam saudades de quem se foi.
Desde o pobre que nasce sem oportunidades, mergulhado até a cabeça em um barril cheio de insuficiência social, ao rico, que vive nadando de braçada no vislumbre de uma piscina de luxúria.
Ambos têm algo em comum: o excesso e o pouco, cuja única intersecção é a certeza de que um que dia tudo irá acabar, restando apenas uma grande lição para aquele que for capaz de enxergar.
Sim. A morte também é uma professora. Ensina ao rico que a fortuna não se leva e ao pobre que o sofrimento um dia irá terminar.
Muitas religiões dizem que existe vida após a morte e tentam provar através dos milagres, aparições, fatos e conspirações. Cada um tenta vender seu “peixe” da melhor forma que lhe aprouver e há aqueles que lucram com especulações. Neste ponto ambos procuram o conforto, um o físico e outro o espiritual.
Nunca tive medo de morrer. Acho que viver é mais difícil, principalmente em saber que um dia tudo o que lutamos e conquistamos irá ficar para trás. Por isso filósofos antigos dizem que para ser um homem tem que se plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho.
Eu já discordo dessa teoria plenamente, talvez na tez de um pseudo filósofo moderno. Árvores são derrubadas, gravidez é abortada e muitos livros tendem ao fracasso.
A flor morre, a árvore morre, o rio morre, até o planeta morre. Por que então deveríamos ser eternos?
Meu sinônimo de morte é o tempo, pois é ele quem assiste todo nosso inicio, meio e fim e fica ali, bem na nossa frente de braços cruzados sem fazer nada, apenas vendo os grãos de areia cairem na ampulheta do destino.
Morrer é ser ceifado da vida. Por outro lado, viver é ser ceifado da morte ainda que momentaneamente.
E a saudade? Também não dura. O vilão tempo acaba com ela, até o dia que desapareça por completo.
O tempo é a morte, carregando suas armas: a ampulheta e a foice, respectivamente com o mesmo objetivo.
Será que o tempo morre?
Infelizmente não, enquanto dure. É imortal enquanto não acabar.
Mas nisso tudo aprendi uma grande lição.
Não temo a morte, porque a morte é uma ilusão e ilusões são truques que a ilusionista vida está nos pregando no espetáculo da saudade.
E quanto a nós, boa pergunta…
Somos apenas grãozinhos de areia presos na ampulheta do destino que diverte alguém, que simplesmente assiste o tempo passar.
É por isso  que sempre digo que para viver é preciso saber morrer, ao menos enquanto houver tempo.

Hermes M. Lourenço

http://www.hermesmlourenco.com.br

fevereiro 9

Resenha O Diario Serial


Olá Amigos do Blog!

Sei que ando meio atrasado com as resenhas de autores, porém, minha vida ultimamente anda um pouco tumultuada, mas vamos tentando ir compensando os atrasos.

A resenha de hoje é sobre o livro O Diário Serial, do autor nacional Igor Castro.
Sinópse: Verão no litoral catarinense. Uma época de sol, calor e muitas festas.
Mas esta rotina paradisíaca mudará quando uma série de assassinatos assolar a cidade, em eventos nunca antes presenciados.
Um serial killer está solto, escrevendo em seu diário seus mais profundos e aterrorizantes sentimentos, descrevendo como se sente quando mata e como pretende continuar com seu plano.
A única esperança da cidade é uma dupla de jovens policiais, que caçarão o assassino nos mais diversos cantos da Ilha da Magia.
Um thriller bombástico do início ao fim, que colocará o primeiro serial killer em terras florianopolitanas
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Igor Silva de Castro nasceu no Rio de Janeiro em 1984, e ainda muito jovem foi para o Sul com sua família. Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina, tem o hobby de escrever desde criança. Mora atualmente na cidade paranaense de Ponta Grossa. Apaixonado por Florianópolis, sua residência por mais de 7 anos, baseia suas obras nesta cidade. Inspirado por Stephen King e Dan Brown, este é seu primeiro romance.
 

Adorei o livro, em se tratar de um suspense-policial.  Com certeza já coloco o autor no grupo dos selectos autores nacionais que prometem resgatar o elo perdido de nossa literatura.

A história se passa em Florianópolis, onde um serial killer, que se auto intitula O Juiz – devido a uma letra escrita com sangue na região frontal de cada vítima que irá montar a palavra O JUIZ – e começa a cometer assassinatos com requintes de crueldade, deixando com a vítima, outra pista que irá indicar quem será o próximo a morrer.

Fundamentado nessas pistas começamos a nos questionar durante a leitura sobre quem é O JUIZ e logicamente o assassino. Seria alguém que carrega consigo a psicopatia de poder julgar a vida e a morte de cada indivíduo ou alguém com cicatrizes do passado que decidiu vingar-se de certas pessoas ou quem sabe de alguém muito especial?

A história é bem articulada com narrativa em primeira pessoa – ora do psicopata / ora dos policiais -, uma diagramação de primeira e capa com brilho muito bem elaborada pelo capista Cesar Oliveira da Dracaena.

A única parte que achei que destoou um pouco da trama, foi o envio do resultado do Dna das manchas de sangue que estava no crânio, por ”sedex” – que não vou contar de quem era para não gerar spoiler -, porém, no inicio trata-se de uma obra escrita em 2010. É complicado aceitar a ideia do envio do resultado do exame por sedex, sendo que existem email e celular e por se tratar de uma investigação de um serial killer, sabemos que é empenhada toda a prioridade da investigação. De qualquer forma não é um erro de primeira ou segunda ordem que prejudiquem o leitor e confesso que até eu já cometi o mesmo erro e fui criticado pelos fãs assíduos do CSI.

Quanto ao final, deixo a cargo de cada leitor em ser “O JUIZ”, para julgar uma obra de excelente qualidade de um autor nacional.

Indico o livro como uma ótima leitura aos fãs do gênero.

Um forte abraço a todos!
fevereiro 6

A Conspiração Vermelha


Olá amigos do Blog!     

Hoje trago para vocês a capa final de meu novo livro que irá se chamar: A Conspiração Vermelha.

Nela você irá encontrar a sinopse e irá conhecer um pouco mais sobre a trama de meu mais novo lançamento.
Segundo a editora Dracaena, acredito que até o final deste mês já esteja tudo ok.

Para quem não sabe, quando concluímos um livro, temos uma via sacra a seguir, que vai desde o registro do mesmo na Fundação Biblioteca Nacional, ISBN,  revisão gramatical + conferência da revisão – inconsistências, , após aprovada temos a etapa da diagramação e conferência da diagramação, desenvolvimento da arte de capa, orelha e quarta capa – onde fica a sinopse.

Feito tudo isso, o autor irá ler novamente a prova do livro que será enviada pela editora, onde ele irá conferir as cores  da capa e novamente ler minuciosamente pagina por pagina – sequência, diagramação, estrutura, miolos-,  e após o “ok” final o livro será então impresso.

É uma longa trajetória, para vocês terem ideia, eu além de escrever A Conspiração Vermelha, tive que ler a mesma obra pelo menos 20 vezes, para chegar ao estágio que está. Mesmo assim ainda tenho que ler mais uma vez, quando a prova final chegar.

De qualquer forma compartilho com vocês esta novidade em primeira mão.

Um forte abraço a todos!
 
fevereiro 1

Nota de Falecimento

Olá Amigos do blog!

Tenho recebido muitos e-mails me questionando sobre a continuação do livro “O Enigma do Fogo Sagrado” Livro II e III motivo pela qual, decidi colocar este post no ar.
O livro I, foi preparado, pensando em uma trilogia, porém, após concluir o livro dois, estou tendo problemas referentes à publicação, pois a maioria das editoras se recusa a dar continuidade a um livro publicado por outra editora expoente do mercado editorial. 

A publicação ofertada por parte da editora da qual foi publicado O Enigma do Fogo Sagrado, exige um custo de produção bem acima de minha realidade financeira, me impossibilitando de dar continuidade à trilogia.

Fico triste diante do ocorrido ainda mais por recentemente o livro O Enigma do Fogo Sagrado ter sido classificado pela Academia Mineira de Medicina entre os 10 livros literários em destaque, diante do prêmio de excelência médica – http://www.acadmedmg.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=649:news-&catid=83:news&Itemid=18-, me agraciando com uma imensa honraria , ainda mais considerando a minha imaturidade na época como escritor.

Desde então venho estudando e aperfeiçoando minhas técnicas literárias e posso lhe assegurar  que tão cedo não irei escrever uma nova trilogia, pelo menos até encontrar um teto editorial seguro.

Enquanto isso, peço aos meus leitores minhas sinceras desculpas e aproveito a oportunidade para lembra-los de que em breve teremos “A Conspiração Vermelha” nas principais livrarias do Brasil.

Um forte abraço a todos!

É com muito pesar que comunico o fim da trilogia e a morte de Nicolas Flynth, protagonista, da trilogia “O Enigma do Fogo Sagrado”. 
“Um escritor quando perde um personagem, perde um pedaço do próprio futuro.”

Hermes M. Lourenço

http://www.hermesmlourenco.com.br

http://hmsfenix.blogspot.com

“Aqui jaz Nicolas Flynth, um herói  e personagem assassinado brutalmente pela falta de oportunidade e espaço editorial ao Autor Nacional. Deixa uma família que o amava, um amor não resolvido e muitos mistérios a serem desvendados, dentre eles, o maior mistério da humanidade deixado por Jesus Cristo”.
Saudades eternas da irmã Anne.