agosto 3

Resenha A Cabana

Olá amigos!
Primeiramente, não sou um especialista em resenhas.
Já andei fazendo algumas por aqui, de alguns escritores que me chamaram a atenção e que aguardo ainda pelos novos lançamentos.
Recentemente li o livro A Cabana. Confesso que fiquei meio curioso principalmente por vê-lo em destaque no skoob e nas livrarias.
Inicialmente não é muito meu gênero de leitura – gosto muito de JJ Benitez  e Dan Brown-, mas dediquei algumas horas na leitura desta obra.
Vejo A Cabana como um livro da autoajuda, com uma bela história que certamente irá comover o leitor, principalmente se ele prende na agonia da perda de um ente querido. Vale lembrar que para morrermos, basta estarmos vivos.
A história fala sobre a perda de Missy, filha de Mack – Mackenzie  na verdade -, que como qualquer pessoa que perde alguém, acaba-se revoltando contra “o divino”, no caso Deus.
É um livro cuja mensagem clara –  para não dizer o alicerce-, é fundamentado em amor e apreender a conhecermos o nosso verdadeiro eu, bem como nos tornarmos verdadeiros seres “humanos”.
Os pontos negativos que encontrei, foi representar Deus como mulher e chamá-lo de papai.
Compreendi claramente que a ideia era criar uma neutralidade no que concerne ao sexo masculino e feminino, porém acredito que o autor poderia ser mais criativo, neste aspecto.
Também me chateou Deus ficar na cozinha preparando pratos saborosos – até eu fiquei com água na boca em algumas passagens -, também reconheço que houve o intuito de abordar o lado informal da situação – achei meio Matrix… a cena de Neo conversando com O ORÁCULO enquanto ELA preparava biscoitos -, mas de qualquer forma a mensagem foi muito bem transmitida.
Outro aspecto que qualifiquei de negativo foi “o comercial” no final do livro. Detesto correntes – recebo um monte na internet -, não esperava encontrar isso no final de uma obra tão bem comentada. Penso que um bom livro se vende pelo conteúdo e não por uma pagina dedicada a a forçar a vendagem.
De qualquer forma A Cabana é um grande livro independente da religião ou crença.
Vale a pena ser lido com o foco na mensagem contida na narrativa e acredito que muitos irão se comover e talvez encontrar o verdadeiro lado humano mesmo que ainda adormecido.
 


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Posted 3 de agosto de 2011 by Hermes Lourenço in category "Uncategorized

5 COMMENTS :

  1. By Fernanda - Trilhas Culturais on

    Vejo várias pessoas elogiarem este livro, mas eu não consigo ter vontade de ler não adianta,hehehe. Enfim uma resenha que reforça a idéia que não vou gostar,rsrs. Abraçosss!!

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  2. By Angélica Roz on

    Não resisti e vim espiar como está o blog. :p

    Sabe que esse livro ainda não me atraiu? Acho que é devido ao gênero, que também não faz o meu estilo. Essa de “representar Deus como mulher e chamá-lo de papai” realmente não ficou legal… E preparar pratos também fica estranho… rss

    Falando em Dan Brown… você já leu as obras do Harlan Coben? São + ou – parecidas. Eu li “Não conte a ninguém” e adorei, pois segue o mesmo estilo. Estou com “Cilada” aqui, mas ainda não consegui ler.

    Espero poder ler mais resenhas por aqui. 😉

    Bjs!

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